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quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

João Pessoa recebe Feirão Volkswagen 2017


João Pessoa vai receber, esta semana, o Feirão Volkswagen 2017, com condições diferenciadas para aquisição de veículos novos e seminovos. A promoção ocorrerá de quinta-feira a sábado (15 a 17 de dezembro) na avenida Ruy Carneiro (ao lado do McDonalds), numa ação conjunta da Volkswagen com as concessionárias Promac e Mais VW. Com isso, os consumidores pessoenses terão a oportunidade de iniciar o novo ano com um carro zero quilômetro na garagem a preços mais acessíveis.

Na quinta e sexta-feira, o atendimento será das 10h às 19h. No sábado, das 9h às 17h. Fazem parte da campanha os modelos Amarok, GOL, Voyage, UP, Jetta e Golf. Atualmente, os veículos da marca Volkswagen mais procurados pelos paraibanos são GOL, Fox e UP.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Gol Rallye monta campanha na Internet


A Volkswagen está com um hotsite do Gol Rallye onde o internauta pode montar seu próprio clipe com uma série de imagens gravadas que podem ser montadas ao gosto do freguês.

Clique aqui para ver o clipe do blog.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Quer ganhar uma guitarra da Volkswagem?


Quer ganhar uma guitarra linda de presente da Volkswagen? É fácil, basta comprar um dos novos Gols da série especial Vintage. Mas seja rápido, porque apesar do "precinho" de R$ 52.180, a edição é limitada e tem apenas 30 unidades. O carro foi produzido em comemoração dos 30 anos do Gol. 

O carro foi desenvolvido em parceria com a Tagima, fabricante de instrumentos musicais. A carroceria branca traz adesivos de faixas sobre o teto e nas laterais. Uma faixa na tampa traseira contrasta com as rodas de aro 17”, também com pintura na cor preta e molduras brancas.

Os bancos também foram personalizados, com costura na cor branca. O lançamento oficial da Volkswagen acontece a qualquer momento.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Celta 1.0 VHCE versus Gol 1.0: quem é mais potente?


Não sei se para todos, ou para a maioria, isso é novidade, mas aquele carrinho frágil pequeno e caro da Chevrolet, o Celta, atualmente é mais potente que o famoso Gol, da Volkswagen. Engraçado. É mais potente mas não é mais forte. Ou até é, quando consideramos o peso dos veículos.

Acontece que um Celta tem 77 cavalos de potência quando com gasolina e 78 quando com álcool. Enquanto que o novo Gol tem apenas 72 cavalos com gasolina e 76 de álcool.

Beleza, essa é a potência de um e de outro. Mas e o torque? Aí o Celta tem 9,5mKgf com gasolina e 9,7mKgf com álcool. Já o Gol tem 9,7kgfm, com gasolina, e 10,6kgfm, com Álcool. A Volks sempre com menos rotações por minuto.

Mas o que o gol tem de mais "força", pode perder quando forem os dois para a pista disputar um "de zero a cem" porque o Celta tem 890 kg (na versão quatro portas) enquanto seu concorrente pesa 947 kg.

Agora, se você não entende a diferença entre potência e torque, vai ter que esperar até o próximo post sobre o assunto.

Um abraço e até lá.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

País registra recorde de vendas de veículos, crescimento de 16,56% na PB

A Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) divulgou balanço de emplacamentos do ano. Na Paraíba, o número subiu de 72.688 para 87.106 emplacamentos de veículos. Um crescimento de 16,56%. No Brasil, este aumento foi de 11,91% na comparação com 2009, chegando a 3.515.120 unidades saindo das concessionárias, o que é um recorde.



Motocicletas

O ano foi positivo também para as motocicletas, cujos dados são compilados à parte. Apesar de não atingir um novo recorde, o setor de duas rodas mostrou recuperação da crise de crédito que prejudicou as vendas em 2009. Boa parte dessa retomada é atribuída à ajuda do governo de R$ 3 bilhões em crédito.

O montante foi injetado no mercado por meio de novas linhas de financiamento pela Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil para a aquisição de máquinas de até 150 cilindradas (as mais baratas). Assim, os bancos privados se viram obrigados a facilitar a liberação de crédito para o consumidor brasileiro com baixa renda.

No balanço de 2010, as vendas de 1.803.864 unidades mostram o novo fôlego do setor. O crescimento chega a 12,1% em relação a 2009. Os números da Fenabrave apontam que o setor ainda não conseguiu retomar o alto patamar registrado em 2008, de mais de 1,92 milhão de motocicletas comercializadas.

Ranking das montadoras

O ano de 2010 fechou com a manutenção da Fiat na liderança do mercado brasileiro de automóveis e comerciais leves. A fabricante itailana somou 760.474 unidades comercializadas e garantiu 22,84% de participação. A Volkswagen ganhou a segunda maior fatia do mercado, 20,95%, com 697.342 unidades vendidas.

Um pouco atrás, a General Motors registrou 657.622 unidades emplacadas, com 19,75% de participação no mercado. A Ford se manteve no quarto lugar com 336.309 unidades vendidas e 10,10% do mercado, seguida da Renault (4,82%), Honda (3,80%), Hyundai (3,18%), Toyota (2,99%), Peugeot (2,71%) e Citroën (2,52%).

Ao comparar com o ranking de 2009, a Renault superou a Honda na briga pelo quinto lugar, a Hyundai, que estava em nono, passou a Peugeot e a Toyota para ficar com o sétimo posto.

Gol continua na liderança

Não foi desta vez que a Fiat conseguiu ter o carro popular mais vendido no país. Nem Palio, vice-líder em 2009, e nem o Uno — que contou em 2010 com o lançamento da nova geração — conseguiram bater a liderança de mais de 20 anos do modelo de entrada da Volkswagen. Ao todo 293.783 unidades de Gol foram emplacadas em todo o ano de 2010 contra 229.323 do Uno, considerando o Mille e o Novo Uno.

Em terceiro lugar ficou GM Celta, com 155.180, seguido do VW Fox/CrossFox, com 143.782 e do GM Corsa sedã, que inclui o Classic, com 141.443.

Entre as motos, a Honda ocupa as quatro primeiras posições. A CG125 lidera com 413.054 unidades vendidas no ano. A CG150 teve 409.863. Em terceiro, ficou a Biz, com 189.238, seguida pela NXR 150, com 183.998 emplacadas. Em quinto aparece a Yamaha YBR125, com 122.282 unidades vendidas.

Montadoras

Na disputa entre montadoras, a Fiat liderou com participação de 21,98% e vendas de 79.407 automóveis e comerciais leves. A Volkswagen ficou em segundo lugar, com 20,38% de participação e 73.613 unidades emplacadas. Terceira em vendas, a GM registrou emplacamentos de 71.046 carros no mês, o que garantiu 19,67% de participação de mercado.

A Ford, em quarto lugar, ficou com 10% de participação no mercado brasileiro, seguida da Renault (5,05%), Honda (4,36%), Toyota (3,17%), Hyundai (3,01%), Citroën (2,76%) e Peugeot (2,42%).

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Comparativo: Fiat Uno Way X Volkswagen Gol Rallye

A disputa mais emblemática da indústria automobilística nacional ganhou um novo capítulo em 2010. Em maio, para tentar ameaçar a liderança de 23 anos do Volkswagen Gol, a Fiat lançou o novo Uno, que se uniu ao Mille, para encarar a quarta e quinta gerações do hatch alemão.

A briga parecia equilibrada, mas a Fiat tinha um diferencial: uma versão com apelo “off-road” de seu novo popular, a Way. Bastaram seis meses para que a Volks respondesse com a reedição do Gol Rallye, uma receita que já havia dado certo em 2004 e 2007. As duas edições são comparadas nessa reportagem do G1 e o Gol sai com vitória apertada, pelo desempenho e acabamento.

Além de contribuírem na disputa pelo título de carro mais vendido, já que o Gol lidera seguido pelo Uno, as versões aventureiras sintetizam a acirrada disputa das duas montadoras pelo primeiro lugar no ranking de vendas brasileiro.

Ambos apimentam a batalha no segmento dos aventureiros leves – ‘modinha’ que foi lançada pela Fiat, com o Palio Adventure, em 1999, mas que atualmente tem a liderança da Volks, com o CrossFox.



Peso no bolso

Apesar da mesma proposta, o preço dos hatches é bem distinto. O Uno Way, equipado com motor 1.0, parte de R$ 29.030, mas a versão avaliada é a 1.4 EVO, a mais potente, que começa em R$ 32.480. Isso porque o Volkswagen Gol Rallye é oferecido apenas com motor 1.6, por R$ 40.700.

Na configuração semelhante à do hatch alemão, com desembaçador e ar quente, direção hidráulica, preparação para som e alto-falantes, vidros dianteiros elétricos, faróis de neblina, rodas de liga-leve e adesivos na carroceria, o preço do compacto da Fiat chega a R$ 36.321.

A Volks cobra R$ 4.380 a mais por sensor de estacionamento e repetidores de setas nos retrovisores, itens que não estão na lista de equipamentos do Uno, mais escassa. O ar-condicionado é opcional em ambos e eleva o preço do Way para R$ 38.518 e o da série Rallye para R$ 43.355.

Ao volante

O Gol é mais caro, em contrapartida tem melhor desempenho, graças ao motor mais potente, de 104 cavalos, aos engates curtos e precisos da caixa manual de cinco velocidades e ao novo acerto de suspensão, que ficou 28 milímetros mais alta e rígida. As rodas são de 15 polegadas, calçadas com pneus de perfil mais baixo. Porém, os pneus não são de uso misto, como no Uno, e podem ‘penar’ um pouco.



O Way vence a lama moderada com mais facilidade e é mais alto em relação ao piso – são 190 mm contra 171 mm do Rallye. Por outro lado, trepida mais em pisos lisos e a carroceria inclina um pouco nas curvas, culpa também da suspensão demasiadamente macia. O hatch da Fiat perde pontos ainda no conjunto motor e câmbio: as trocas de marchas são menos precisas e o propulsor 1.4 é áspero, o que aumenta o ruído na cabine e denuncia pior isolamento acústico.

Roupagem

O Uno veste melhor a roupa aventureira, com barras no teto e molduras laterais e para-choques de plástico preto – apetrechos que são mais discretos no Gol. A série da Volks incorporou apenas adesivos na parte inferior da lateral, grade preta com o nome da versão em uma faixa prata, aerofólio traseiro e ponteira do escapamento cromada.



Na cabine, eles trocam de posição. O Rallye traz revestimento interno do teto e das colunas em tom preto, novo tecido nos assentos e portas, painel com pintura texturizada e os comandos e o quadro de instrumentos com iluminação de LEDs. O Way é mais ousado, com quadro circular, peças com formas geométricas diferentes e mais porta-trecos. No entanto, o acabamento em plástico é de aspecto mais pobre e os tecidos, visivelmente, de qualidade inferior.

Por ter um conjunto mecânico mais acertado e acabamento superior, o Gol Rallye vence o Way, mesmo com o fato do Uno ser um pouco melhor na terra - o que nnão faz dele um carro preparado para aventuras fora-de-estrada de verdade - e ter o custo-benefício mais interessante. Prova disso é que essa versão com apelo aventureiro representa 50% do mix de venda do hatch da Fiat, segundo a fabricante. A Volks, que não divulga desempenho de séries especiais, espera que seu ‘off-road’ popular represente somente 5% das vendas.

Do G1

sábado, 9 de outubro de 2010

Primeiras impressões: Volkswagen Gol Rallye

Volkswagen lança reedição de uma receita que já deu certo no passado: o Gol Rallye. O carro com perfil off-road nasceu em 2004 e em dois anos chegou a 13 mil unidades. Em 2007, a série voltou para completar a gama da quarta geração, mas foi limitada a três mil modelos. Desta vez, a marca alemã diz que é o consumidor quem vai ditar a quantidade que será produzida e o tempo de mercado da nova versão que, segundo estimativa da fabricante, deve representar 5% das vendas totais do Novo Gol.



À frente do Gol Rallye está o Renault Sandero Stepway, que ‘nasceu’ em 2008, e a versão ‘aventureira light’ do Uno, a Way, que de acordo com a Fiat representa 23% do mix de vendas do modelo, mesmo com o valor ‘salgado’. O Uno, com motor 1.4, parte de R$ 32.480 e chega a R$ 36.321 na configuração semelhante ao do Gol, com desembaçador e ar quente, direção hidráulica, preparação para som e alto-falantes, vidros dianteiros elétricos, faróis de neblina, rodas de liga-leve e adesivos na carroceria.

A partir de R$ 40.370, o Rallye, oferecido apenas com propulsor 1.6, traz de extra no pacote de série sensor de estacionamento, regulagem de altura e profundidade do volante e repetidores de setas nos retrovisores, itens que não estão na lista de opcionais do modelo da Fiat. Com ar-condicionado, o preço do novo compacto da marca italiana sobe para R$ 38.518 e o da série da Volks chega a R$ 43.030, na versão manual e R$ 45.690 com a transmissão automatizada (I-Motion), o mesmo valor cobrado pelo Sandero Stepway, oferecido apenas na versão 1.6 manual, que tem com diferenciais rodas de 16 polegadas, pneus de uso misto, barra de teto e estribos laterais.

Com preços equilibrados, a diferença está mesmo ao volante. Para fazer jus ao apelo off-road, a suspensão da nova série foi elevada em 28 mm o que aumentou para 171 mm a altura livre do solo com o veículo vazio e 146 mm, quando carregado. Para compensar a elevação do centro de gravidade, que torna o carro mais instável nas curvas, a engenharia adotou novas molas e os amortecedores, deixando-os mais duros, além de rodas de 15 polegadas. Os pneus, que também são novos, têm perfil mais baixo em relação a versão normal e estão mais sensíveis às irregularidades do piso. Todas esses mudanças deixaram o hatch com dirigibilidade mais esportiva e ainda mais distante do rodar demasiadamente macio do Uno e Sandero.

A esportividade também está presente na cabine. O revestimento interno do teto e das colunas é em tom preto, os assentos e as portas receberam novo tecido, o painel ganhou pintura texturizada e os comandos e o quadro de instrumentos trazem iluminação com LEDs. A inscrição da versão aparece na manopla do câmbio e na parte superior dos bancos. Para os passageiros da fileira de trás a novidade são luzes de leitura individuais.

Na disputa entre o Gol Rallye e o Uno Way não está em jogo apenas o título de carro mais vendido do Brasil, mas também de marca líder do segmento de ‘aventureiros leves’ que, segundo a Volkswagen, cresceu 463% de 2005 a 2009. Apesar de a Fiat ser a pioneira desse mercado, com o lançamento do Palio Adventure em 1999, é a Volkswagen que lidera a fatia com o CrossFox. O modelo off-road fechou 2009 com cerca de 26% de participação nesse mercado e uma média de 110 mil unidades vendidas por ano, o que corresponde a 30% do total de vendas do hatch.

Do G1

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Volkswagen anuncia recall do Novo Gol, Fox e Voyage 1.0

A Volkswagen anunciou nesta segunda-feira (17) o recall dos modelos Novo Gol, Fox e Voyage, anos 2009 e 2010, equipados com motor 1.0. A montadora convoca os proprietários com número de chassis inserido no intervalo abaixo para comparecer a uma concessionária da marca para a atualização do programa de gerenciamento do sistema auxiliar de partida a frio.

Confira ano e chassis dos veículos envolvidos

Novo Gol 1.0 e Voyage 1.0 2009 e 2010: 9P 000001 a AP 004729 e 9T 000001 a AT 009 587
Fox 1.0 2009 e 2010: 94 000001 a A4 039918

De acordo com comunicado emitido pela Volkswagen, foi constatado que em condições de baixa temperatura podem surgir dificuldades na hora de colocar o motor em funcionamento, obrigando o usuário a repetidas tentativas. Esta condição pode gerar perda de sincronismo da queima da mistura de ar/combustível, causando a ruptura do coletor de emissão e, eventualmente, risco de incêndio.

A Volkswagen informa que vai notificar por carta os proprietários dos veículos envolvidos no recall. Dúvidas podem ser esclarecidas pelo telefone 0800 703 3773 ou pelo site da empresa.

Do G1

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Seguro sempre mais caro

Fato é: seguro é ruim, é caro e a gente torce para não usar nunca. E neste país, quem não tem seguro pode perder o carro a qualquer instante. Tendo feito esta consideração, está claro que enquanto eu puder pagar, vou continuar tendo seguro do carro.

Tudo bem, vou pagar, mas me impressionou o fato de todo ano o seguro ficar mais caro. Afinal, dizem por aí que este país não tem mais inflação. Pois bem, esta semana a minha corretora me ligou e me fez uma promoção: Gol 2006 com seguro por R$ 1.300.

"Jesus!" Gritei no telefone. Perguntei porque havia subido o preço do ano passado para cá. Ela me respondeu que ano passado o seguro era de um Honda Civic 2000 e que como o Gol é um carro muito visado, o preço tinha que subir.

Então tive que perguntar qual a desculpa de terem aumentado o preço quando eu mudei o seguro de um Gol para o Civic, "um carro tão cheio de luxo e itens de segurança". Fiquei sem resposta.