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quarta-feira, 14 de dezembro de 2016
João Pessoa recebe Feirão Volkswagen 2017
João Pessoa vai receber, esta semana, o Feirão Volkswagen 2017, com condições diferenciadas para aquisição de veículos novos e seminovos. A promoção ocorrerá de quinta-feira a sábado (15 a 17 de dezembro) na avenida Ruy Carneiro (ao lado do McDonalds), numa ação conjunta da Volkswagen com as concessionárias Promac e Mais VW. Com isso, os consumidores pessoenses terão a oportunidade de iniciar o novo ano com um carro zero quilômetro na garagem a preços mais acessíveis.
Na quinta e sexta-feira, o atendimento será das 10h às 19h. No sábado, das 9h às 17h. Fazem parte da campanha os modelos Amarok, GOL, Voyage, UP, Jetta e Golf. Atualmente, os veículos da marca Volkswagen mais procurados pelos paraibanos são GOL, Fox e UP.
sábado, 26 de março de 2011
Volkswagen deve ter alta de 10% nas vendas do primeiro trimestre
A Volkswagen do Brasil vai fechar o primeiro trimestre do ano com crescimento das vendas no Brasil entre 10% e 12%. De acordo com o presidente da fabricante no país, Thomas Schmall, até esta quarta-feira (23), foram vendidos 148.436 carros da marca no mercado nacional, o que representa alta de 18,8% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram emplacadas 124.912 unidades. Segundo o executivo, a diferença em porcentagem no fechamento do período só não será no patamar dos 18%, porque a última semana de março do ano passado corresponde ao fim do desconto sobre o IPI, quando as vendas de carros foram antecipadas.
"Esse fato distorce um pouco os números, mas de qualquer forma o crescimento é muito forte. É uma prova de que o setor no Brasil continuará em expansão mesmo sem o incentivo", avaliou Schmall, nesta quinta-feira (24), durante o lançamento do novo Jetta.
O mercado geral cresceu até 23 março 9,6%, com 683,4 mil carros emplacados. Com o desempenho acima do mercado, Schmall não esconde o sorriso. "Vendemos até agora 125.370 automóveis (aumento de 15,4%), e 23.066 comerciais leves (alta de 42%)", acrescentou. "Ganhamos entre 1,2 e 1,4 ponto percentual em participação de mercado no trimestre." A montadora fechou 2010 com 20,95% de market share. Segundo ele, o segmento de comerciais leves tende a crescer ainda mais, devido à mudança de perfil do consumidor brasileiro. "As vendas da Saveiro e da Amarok estão indo muito bem", disse.
Mesmo com a vice-liderança no Brasil, a montadora alemã não está preocupada nem com a Fiat e nem com as marcas chinesas que chegam ao país com o discurso de que vão tirar clientes "das grandes". "Market share não paga almoço. A matriz me cobra lucratividade", afirmou Schmall, que conheceu muito bem a crise que as operações brasileiras enfrentaram entre 2000 e 2006. "Naquela época tivemos que pedir dinheiro emprestado para a matriz, e estamos pagando este empréstimo e, ao mesmo tempo, fazendo novos investimentos nas fábricas e nos produtos."
Crescimento de 5% em 2011
"Esse fato distorce um pouco os números, mas de qualquer forma o crescimento é muito forte. É uma prova de que o setor no Brasil continuará em expansão mesmo sem o incentivo", avaliou Schmall, nesta quinta-feira (24), durante o lançamento do novo Jetta.
O mercado geral cresceu até 23 março 9,6%, com 683,4 mil carros emplacados. Com o desempenho acima do mercado, Schmall não esconde o sorriso. "Vendemos até agora 125.370 automóveis (aumento de 15,4%), e 23.066 comerciais leves (alta de 42%)", acrescentou. "Ganhamos entre 1,2 e 1,4 ponto percentual em participação de mercado no trimestre." A montadora fechou 2010 com 20,95% de market share. Segundo ele, o segmento de comerciais leves tende a crescer ainda mais, devido à mudança de perfil do consumidor brasileiro. "As vendas da Saveiro e da Amarok estão indo muito bem", disse.
Mesmo com a vice-liderança no Brasil, a montadora alemã não está preocupada nem com a Fiat e nem com as marcas chinesas que chegam ao país com o discurso de que vão tirar clientes "das grandes". "Market share não paga almoço. A matriz me cobra lucratividade", afirmou Schmall, que conheceu muito bem a crise que as operações brasileiras enfrentaram entre 2000 e 2006. "Naquela época tivemos que pedir dinheiro emprestado para a matriz, e estamos pagando este empréstimo e, ao mesmo tempo, fazendo novos investimentos nas fábricas e nos produtos."
Crescimento de 5% em 2011
Schmall acredita que o mercado geral de carros (automóveis e comerciais leves) fechará o ano com 3,5 milhões de unidades, aumento de 5% sobre os 3,3 milhões de carros emplacados em 2010. De acordo com o executivo, a Volkswagen do Brasil deve crescer duas vezes mais do que o mercado – 10% sobre as 697.342 unidades somadas no ano passado. A Volkswagen atribui a expansão ao aumento do portfólio. "Hoje (esta quinta-feira) lançamos o novo Jetta, por exemplo. A Volkswagen vai duplicar a quantidade de modelos disponíveis no mundo nos próximos três, quatro anos."
O presidente da Volkswagen do Brasil destacou ainda que a produção da Volks deverá fechar perto de 900 mil unidades neste ano. Tal volume inclui as unidades que serão exportadas, mas sem contar CKD (carros desmontados). Com o aumento da produtividade, novas contratações serão anunciadas ao longo do ano, mas Schmall não revelou o número de vagas.
O presidente da Volkswagen do Brasil destacou ainda que a produção da Volks deverá fechar perto de 900 mil unidades neste ano. Tal volume inclui as unidades que serão exportadas, mas sem contar CKD (carros desmontados). Com o aumento da produtividade, novas contratações serão anunciadas ao longo do ano, mas Schmall não revelou o número de vagas.
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Gol Rallye monta campanha na Internet
A Volkswagen está com um hotsite do Gol Rallye onde o internauta pode montar seu próprio clipe com uma série de imagens gravadas que podem ser montadas ao gosto do freguês.
Clique aqui para ver o clipe do blog.
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
sábado, 5 de fevereiro de 2011
Quer ganhar uma guitarra da Volkswagem?
Quer ganhar uma guitarra linda de presente da Volkswagen? É fácil, basta comprar um dos novos Gols da série especial Vintage. Mas seja rápido, porque apesar do "precinho" de R$ 52.180, a edição é limitada e tem apenas 30 unidades. O carro foi produzido em comemoração dos 30 anos do Gol.
O carro foi desenvolvido em parceria com a Tagima, fabricante de instrumentos musicais. A carroceria branca traz adesivos de faixas sobre o teto e nas laterais. Uma faixa na tampa traseira contrasta com as rodas de aro 17”, também com pintura na cor preta e molduras brancas.
Os bancos também foram personalizados, com costura na cor branca. O lançamento oficial da Volkswagen acontece a qualquer momento.
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Volkswagen confirma novo Golf para 2013 na Europa
A Volkswagen confirma que vai começar a vender a sétima geração do hatch Golf no mercado europeu entre o fim de 2012 e o início de 2013. O carro será o primeiro modelo da marca a ser equipado com a nova plataforma de baixo custo conhecida pelo departamento de engenharia da marca alemã como "MQB".
A nova estrutura será usada mais de 3 milhões de veículos do grupo alemão ao redor do mundo, já que poderá ser compartilhada com vários modelos. O primeiro que vai usar a nova plataforma será a nova geração do Audi A3, que será lançada em meados de 2012.
Em 2013 o Golf paranaenese deixa de ser produzido, e o Brasil passa a ser abastecido pela fábrica mexicana. Confira mais detalhes na Autoesporte de fevereiro.
Da Revista Auto Esporte
A nova estrutura será usada mais de 3 milhões de veículos do grupo alemão ao redor do mundo, já que poderá ser compartilhada com vários modelos. O primeiro que vai usar a nova plataforma será a nova geração do Audi A3, que será lançada em meados de 2012.Em 2013 o Golf paranaenese deixa de ser produzido, e o Brasil passa a ser abastecido pela fábrica mexicana. Confira mais detalhes na Autoesporte de fevereiro.
Da Revista Auto Esporte
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Celta 1.0 VHCE versus Gol 1.0: quem é mais potente?
Não sei se para todos, ou para a maioria, isso é novidade, mas aquele carrinho frágil pequeno e caro da Chevrolet, o Celta, atualmente é mais potente que o famoso Gol, da Volkswagen. Engraçado. É mais potente mas não é mais forte. Ou até é, quando consideramos o peso dos veículos.
Acontece que um Celta tem 77 cavalos de potência quando com gasolina e 78 quando com álcool. Enquanto que o novo Gol tem apenas 72 cavalos com gasolina e 76 de álcool.
Beleza, essa é a potência de um e de outro. Mas e o torque? Aí o Celta tem 9,5mKgf com gasolina e 9,7mKgf com álcool. Já o Gol tem 9,7kgfm, com gasolina, e 10,6kgfm, com Álcool. A Volks sempre com menos rotações por minuto.
Mas o que o gol tem de mais "força", pode perder quando forem os dois para a pista disputar um "de zero a cem" porque o Celta tem 890 kg (na versão quatro portas) enquanto seu concorrente pesa 947 kg.
Agora, se você não entende a diferença entre potência e torque, vai ter que esperar até o próximo post sobre o assunto.
Um abraço e até lá.
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
CESVI elege os melhores em reparabilidade
A Volkswagen recebeu quatro premiações do Cesvi Brasil - Centro de Experimentação e Segurança Viária - que divulgou o Car Group 2010 dos veículos, índice que avalia o custo e o tempo de reparo de um veículo.
O prêmio Car Group, referência sobre reparo no mercado automotivo, é organizado desde 2005 pelo CESVI Brasil.
Das doze categorias avaliadas pelo Cesvi, quatro foram conquistadas por modelos da Volkswagen: o Novo Fox na categoria hatch compacto, a Nova Saveiro em picape compacta, o Polo Sedan em sedan compacto, além do SpaceFox na SW compactos.
O prêmio Car Group, referência sobre reparo no mercado automotivo, é organizado desde 2005 pelo CESVI Brasil.
Das doze categorias avaliadas pelo Cesvi, quatro foram conquistadas por modelos da Volkswagen: o Novo Fox na categoria hatch compacto, a Nova Saveiro em picape compacta, o Polo Sedan em sedan compacto, além do SpaceFox na SW compactos.
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
País registra recorde de vendas de veículos, crescimento de 16,56% na PB
A Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) divulgou balanço de emplacamentos do ano. Na Paraíba, o número subiu de 72.688 para 87.106 emplacamentos de veículos. Um crescimento de 16,56%. No Brasil, este aumento foi de 11,91% na comparação com 2009, chegando a 3.515.120 unidades saindo das concessionárias, o que é um recorde.
Motocicletas
O ano foi positivo também para as motocicletas, cujos dados são compilados à parte. Apesar de não atingir um novo recorde, o setor de duas rodas mostrou recuperação da crise de crédito que prejudicou as vendas em 2009. Boa parte dessa retomada é atribuída à ajuda do governo de R$ 3 bilhões em crédito.
O montante foi injetado no mercado por meio de novas linhas de financiamento pela Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil para a aquisição de máquinas de até 150 cilindradas (as mais baratas). Assim, os bancos privados se viram obrigados a facilitar a liberação de crédito para o consumidor brasileiro com baixa renda.
No balanço de 2010, as vendas de 1.803.864 unidades mostram o novo fôlego do setor. O crescimento chega a 12,1% em relação a 2009. Os números da Fenabrave apontam que o setor ainda não conseguiu retomar o alto patamar registrado em 2008, de mais de 1,92 milhão de motocicletas comercializadas.
Ranking das montadoras
O ano de 2010 fechou com a manutenção da Fiat na liderança do mercado brasileiro de automóveis e comerciais leves. A fabricante itailana somou 760.474 unidades comercializadas e garantiu 22,84% de participação. A Volkswagen ganhou a segunda maior fatia do mercado, 20,95%, com 697.342 unidades vendidas.
Um pouco atrás, a General Motors registrou 657.622 unidades emplacadas, com 19,75% de participação no mercado. A Ford se manteve no quarto lugar com 336.309 unidades vendidas e 10,10% do mercado, seguida da Renault (4,82%), Honda (3,80%), Hyundai (3,18%), Toyota (2,99%), Peugeot (2,71%) e Citroën (2,52%).
Ao comparar com o ranking de 2009, a Renault superou a Honda na briga pelo quinto lugar, a Hyundai, que estava em nono, passou a Peugeot e a Toyota para ficar com o sétimo posto.
Gol continua na liderança
Não foi desta vez que a Fiat conseguiu ter o carro popular mais vendido no país. Nem Palio, vice-líder em 2009, e nem o Uno — que contou em 2010 com o lançamento da nova geração — conseguiram bater a liderança de mais de 20 anos do modelo de entrada da Volkswagen. Ao todo 293.783 unidades de Gol foram emplacadas em todo o ano de 2010 contra 229.323 do Uno, considerando o Mille e o Novo Uno.
Em terceiro lugar ficou GM Celta, com 155.180, seguido do VW Fox/CrossFox, com 143.782 e do GM Corsa sedã, que inclui o Classic, com 141.443.
Entre as motos, a Honda ocupa as quatro primeiras posições. A CG125 lidera com 413.054 unidades vendidas no ano. A CG150 teve 409.863. Em terceiro, ficou a Biz, com 189.238, seguida pela NXR 150, com 183.998 emplacadas. Em quinto aparece a Yamaha YBR125, com 122.282 unidades vendidas.
Montadoras
Na disputa entre montadoras, a Fiat liderou com participação de 21,98% e vendas de 79.407 automóveis e comerciais leves. A Volkswagen ficou em segundo lugar, com 20,38% de participação e 73.613 unidades emplacadas. Terceira em vendas, a GM registrou emplacamentos de 71.046 carros no mês, o que garantiu 19,67% de participação de mercado.
A Ford, em quarto lugar, ficou com 10% de participação no mercado brasileiro, seguida da Renault (5,05%), Honda (4,36%), Toyota (3,17%), Hyundai (3,01%), Citroën (2,76%) e Peugeot (2,42%).
Motocicletas
O ano foi positivo também para as motocicletas, cujos dados são compilados à parte. Apesar de não atingir um novo recorde, o setor de duas rodas mostrou recuperação da crise de crédito que prejudicou as vendas em 2009. Boa parte dessa retomada é atribuída à ajuda do governo de R$ 3 bilhões em crédito.
O montante foi injetado no mercado por meio de novas linhas de financiamento pela Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil para a aquisição de máquinas de até 150 cilindradas (as mais baratas). Assim, os bancos privados se viram obrigados a facilitar a liberação de crédito para o consumidor brasileiro com baixa renda.
No balanço de 2010, as vendas de 1.803.864 unidades mostram o novo fôlego do setor. O crescimento chega a 12,1% em relação a 2009. Os números da Fenabrave apontam que o setor ainda não conseguiu retomar o alto patamar registrado em 2008, de mais de 1,92 milhão de motocicletas comercializadas.
Ranking das montadoras
O ano de 2010 fechou com a manutenção da Fiat na liderança do mercado brasileiro de automóveis e comerciais leves. A fabricante itailana somou 760.474 unidades comercializadas e garantiu 22,84% de participação. A Volkswagen ganhou a segunda maior fatia do mercado, 20,95%, com 697.342 unidades vendidas.
Um pouco atrás, a General Motors registrou 657.622 unidades emplacadas, com 19,75% de participação no mercado. A Ford se manteve no quarto lugar com 336.309 unidades vendidas e 10,10% do mercado, seguida da Renault (4,82%), Honda (3,80%), Hyundai (3,18%), Toyota (2,99%), Peugeot (2,71%) e Citroën (2,52%).
Ao comparar com o ranking de 2009, a Renault superou a Honda na briga pelo quinto lugar, a Hyundai, que estava em nono, passou a Peugeot e a Toyota para ficar com o sétimo posto.
Gol continua na liderança
Não foi desta vez que a Fiat conseguiu ter o carro popular mais vendido no país. Nem Palio, vice-líder em 2009, e nem o Uno — que contou em 2010 com o lançamento da nova geração — conseguiram bater a liderança de mais de 20 anos do modelo de entrada da Volkswagen. Ao todo 293.783 unidades de Gol foram emplacadas em todo o ano de 2010 contra 229.323 do Uno, considerando o Mille e o Novo Uno.
Em terceiro lugar ficou GM Celta, com 155.180, seguido do VW Fox/CrossFox, com 143.782 e do GM Corsa sedã, que inclui o Classic, com 141.443.
Entre as motos, a Honda ocupa as quatro primeiras posições. A CG125 lidera com 413.054 unidades vendidas no ano. A CG150 teve 409.863. Em terceiro, ficou a Biz, com 189.238, seguida pela NXR 150, com 183.998 emplacadas. Em quinto aparece a Yamaha YBR125, com 122.282 unidades vendidas.
Montadoras
Na disputa entre montadoras, a Fiat liderou com participação de 21,98% e vendas de 79.407 automóveis e comerciais leves. A Volkswagen ficou em segundo lugar, com 20,38% de participação e 73.613 unidades emplacadas. Terceira em vendas, a GM registrou emplacamentos de 71.046 carros no mês, o que garantiu 19,67% de participação de mercado.
A Ford, em quarto lugar, ficou com 10% de participação no mercado brasileiro, seguida da Renault (5,05%), Honda (4,36%), Toyota (3,17%), Hyundai (3,01%), Citroën (2,76%) e Peugeot (2,42%).
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Comparativo: Fiat Uno Way X Volkswagen Gol Rallye
A disputa mais emblemática da indústria automobilística nacional ganhou um novo capítulo em 2010. Em maio, para tentar ameaçar a liderança de 23 anos do Volkswagen Gol, a Fiat lançou o novo Uno, que se uniu ao Mille, para encarar a quarta e quinta gerações do hatch alemão.
A briga parecia equilibrada, mas a Fiat tinha um diferencial: uma versão com apelo “off-road” de seu novo popular, a Way. Bastaram seis meses para que a Volks respondesse com a reedição do Gol Rallye, uma receita que já havia dado certo em 2004 e 2007. As duas edições são comparadas nessa reportagem do G1 e o Gol sai com vitória apertada, pelo desempenho e acabamento.
Além de contribuírem na disputa pelo título de carro mais vendido, já que o Gol lidera seguido pelo Uno, as versões aventureiras sintetizam a acirrada disputa das duas montadoras pelo primeiro lugar no ranking de vendas brasileiro.
Ambos apimentam a batalha no segmento dos aventureiros leves – ‘modinha’ que foi lançada pela Fiat, com o Palio Adventure, em 1999, mas que atualmente tem a liderança da Volks, com o CrossFox.
Peso no bolso
Apesar da mesma proposta, o preço dos hatches é bem distinto. O Uno Way, equipado com motor 1.0, parte de R$ 29.030, mas a versão avaliada é a 1.4 EVO, a mais potente, que começa em R$ 32.480. Isso porque o Volkswagen Gol Rallye é oferecido apenas com motor 1.6, por R$ 40.700.
Na configuração semelhante à do hatch alemão, com desembaçador e ar quente, direção hidráulica, preparação para som e alto-falantes, vidros dianteiros elétricos, faróis de neblina, rodas de liga-leve e adesivos na carroceria, o preço do compacto da Fiat chega a R$ 36.321.
A Volks cobra R$ 4.380 a mais por sensor de estacionamento e repetidores de setas nos retrovisores, itens que não estão na lista de equipamentos do Uno, mais escassa. O ar-condicionado é opcional em ambos e eleva o preço do Way para R$ 38.518 e o da série Rallye para R$ 43.355.
Ao volante
O Gol é mais caro, em contrapartida tem melhor desempenho, graças ao motor mais potente, de 104 cavalos, aos engates curtos e precisos da caixa manual de cinco velocidades e ao novo acerto de suspensão, que ficou 28 milímetros mais alta e rígida. As rodas são de 15 polegadas, calçadas com pneus de perfil mais baixo. Porém, os pneus não são de uso misto, como no Uno, e podem ‘penar’ um pouco.
O Way vence a lama moderada com mais facilidade e é mais alto em relação ao piso – são 190 mm contra 171 mm do Rallye. Por outro lado, trepida mais em pisos lisos e a carroceria inclina um pouco nas curvas, culpa também da suspensão demasiadamente macia. O hatch da Fiat perde pontos ainda no conjunto motor e câmbio: as trocas de marchas são menos precisas e o propulsor 1.4 é áspero, o que aumenta o ruído na cabine e denuncia pior isolamento acústico.
Roupagem
O Uno veste melhor a roupa aventureira, com barras no teto e molduras laterais e para-choques de plástico preto – apetrechos que são mais discretos no Gol. A série da Volks incorporou apenas adesivos na parte inferior da lateral, grade preta com o nome da versão em uma faixa prata, aerofólio traseiro e ponteira do escapamento cromada.
Na cabine, eles trocam de posição. O Rallye traz revestimento interno do teto e das colunas em tom preto, novo tecido nos assentos e portas, painel com pintura texturizada e os comandos e o quadro de instrumentos com iluminação de LEDs. O Way é mais ousado, com quadro circular, peças com formas geométricas diferentes e mais porta-trecos. No entanto, o acabamento em plástico é de aspecto mais pobre e os tecidos, visivelmente, de qualidade inferior.
Por ter um conjunto mecânico mais acertado e acabamento superior, o Gol Rallye vence o Way, mesmo com o fato do Uno ser um pouco melhor na terra - o que nnão faz dele um carro preparado para aventuras fora-de-estrada de verdade - e ter o custo-benefício mais interessante. Prova disso é que essa versão com apelo aventureiro representa 50% do mix de venda do hatch da Fiat, segundo a fabricante. A Volks, que não divulga desempenho de séries especiais, espera que seu ‘off-road’ popular represente somente 5% das vendas.
Do G1
A briga parecia equilibrada, mas a Fiat tinha um diferencial: uma versão com apelo “off-road” de seu novo popular, a Way. Bastaram seis meses para que a Volks respondesse com a reedição do Gol Rallye, uma receita que já havia dado certo em 2004 e 2007. As duas edições são comparadas nessa reportagem do G1 e o Gol sai com vitória apertada, pelo desempenho e acabamento.
Além de contribuírem na disputa pelo título de carro mais vendido, já que o Gol lidera seguido pelo Uno, as versões aventureiras sintetizam a acirrada disputa das duas montadoras pelo primeiro lugar no ranking de vendas brasileiro.
Ambos apimentam a batalha no segmento dos aventureiros leves – ‘modinha’ que foi lançada pela Fiat, com o Palio Adventure, em 1999, mas que atualmente tem a liderança da Volks, com o CrossFox.
Peso no bolso
Apesar da mesma proposta, o preço dos hatches é bem distinto. O Uno Way, equipado com motor 1.0, parte de R$ 29.030, mas a versão avaliada é a 1.4 EVO, a mais potente, que começa em R$ 32.480. Isso porque o Volkswagen Gol Rallye é oferecido apenas com motor 1.6, por R$ 40.700.
Na configuração semelhante à do hatch alemão, com desembaçador e ar quente, direção hidráulica, preparação para som e alto-falantes, vidros dianteiros elétricos, faróis de neblina, rodas de liga-leve e adesivos na carroceria, o preço do compacto da Fiat chega a R$ 36.321.
A Volks cobra R$ 4.380 a mais por sensor de estacionamento e repetidores de setas nos retrovisores, itens que não estão na lista de equipamentos do Uno, mais escassa. O ar-condicionado é opcional em ambos e eleva o preço do Way para R$ 38.518 e o da série Rallye para R$ 43.355.
Ao volante
O Gol é mais caro, em contrapartida tem melhor desempenho, graças ao motor mais potente, de 104 cavalos, aos engates curtos e precisos da caixa manual de cinco velocidades e ao novo acerto de suspensão, que ficou 28 milímetros mais alta e rígida. As rodas são de 15 polegadas, calçadas com pneus de perfil mais baixo. Porém, os pneus não são de uso misto, como no Uno, e podem ‘penar’ um pouco.
O Way vence a lama moderada com mais facilidade e é mais alto em relação ao piso – são 190 mm contra 171 mm do Rallye. Por outro lado, trepida mais em pisos lisos e a carroceria inclina um pouco nas curvas, culpa também da suspensão demasiadamente macia. O hatch da Fiat perde pontos ainda no conjunto motor e câmbio: as trocas de marchas são menos precisas e o propulsor 1.4 é áspero, o que aumenta o ruído na cabine e denuncia pior isolamento acústico.
Roupagem
O Uno veste melhor a roupa aventureira, com barras no teto e molduras laterais e para-choques de plástico preto – apetrechos que são mais discretos no Gol. A série da Volks incorporou apenas adesivos na parte inferior da lateral, grade preta com o nome da versão em uma faixa prata, aerofólio traseiro e ponteira do escapamento cromada.
Na cabine, eles trocam de posição. O Rallye traz revestimento interno do teto e das colunas em tom preto, novo tecido nos assentos e portas, painel com pintura texturizada e os comandos e o quadro de instrumentos com iluminação de LEDs. O Way é mais ousado, com quadro circular, peças com formas geométricas diferentes e mais porta-trecos. No entanto, o acabamento em plástico é de aspecto mais pobre e os tecidos, visivelmente, de qualidade inferior.
Por ter um conjunto mecânico mais acertado e acabamento superior, o Gol Rallye vence o Way, mesmo com o fato do Uno ser um pouco melhor na terra - o que nnão faz dele um carro preparado para aventuras fora-de-estrada de verdade - e ter o custo-benefício mais interessante. Prova disso é que essa versão com apelo aventureiro representa 50% do mix de venda do hatch da Fiat, segundo a fabricante. A Volks, que não divulga desempenho de séries especiais, espera que seu ‘off-road’ popular represente somente 5% das vendas.
Do G1
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Novo compacto da VW vem para ser o novo "carro do povo"
A Volkswagen está atualizando o Lupo para ser seu novo sucesso de vendas no Brasil. Ele é parte de uma estratégia da fábrica que pretende, até 2018, se tornar a maior vendedora de compactos. O Lupo já existe e vende na Europa, mas agora, seguindo tendências do Up! (carro híbrido conceito da VW) deve tomar o mercado do Brasil e conquistar novos públicos.
Com o preço do Gol girando em torno dos R$ 30 mil e R$ 40 mil, a ideia é manter este novo compacto em torno dos R$ 20 mil. Mas essa novidade só chega ao Brasil em 2014. Por hora vamos ficando com estas imagens, que já se pode encontrar em buscas pela própria internet ou em revistas especializadas, como a Quatro Rodas deste mês.
terça-feira, 30 de novembro de 2010
Comitê executivo da Porsche discute fusão com a VW em reunião anual
O chefe executivo da Porsche Automobil Holding SE, Martin Winterkorn, e o chefe executivo da Porsche AG, Matthias Müller, encontraram-se nesta terça-feira (30) em Stuttgart, sul da Alemanha, para a reunião anual do grupo.
O principal assunto debatido no encontro é a possiblidade de os acionistas da Porsche aceitarem 5 bilhões de euros (US$ 6,5 bilhões) em venda de ações que visam arrecadar fundos para pavimentar o caminho para uma fusão entre a Porsche e a Volkswagen AG.
Com a manobra, a Porsche se livraria das dívidas acumuladas após tentar assumir o controle da Volkswagen em 2009.
No entanto, a fusão entre a Volkswagen e a Porsche foi adiada por mais quatro anos devido aos pedidos de indenização que corre nos tribunais e a questões jurídicas que ainda estão pendentes. A operação estava prevista para 2011. As novas previsões estimam que a fusão só possa concretizar-se em 2015.
Com a manobra, a Porsche se livraria das dívidas acumuladas após tentar assumir o controle da Volkswagen em 2009.
No entanto, a fusão entre a Volkswagen e a Porsche foi adiada por mais quatro anos devido aos pedidos de indenização que corre nos tribunais e a questões jurídicas que ainda estão pendentes. A operação estava prevista para 2011. As novas previsões estimam que a fusão só possa concretizar-se em 2015.
Do G1
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Novo Passat tem CPU com software para administrar troca de marchas
O Salão do Automóvel que aconteceu em São Paulo até a semana passada trouxe muitas novidades entre elas a sétima geração do Passat, sedã de luxo da Volkswagen, exibido pela primeira vez no país e que traz muita tecnologia embarcada.
O veículo vem equipado com motor gasolina 2.0 com 210cv de potência e câmbio DSG com seis ou sete marchas. Este tipo de transmissão possui uma CPU que controla um software específico para administrar a troca de marchas de forma quase instantânea.
Há uma opção para adquirir o carro com partida automática, através do sistema Keyless Access que automaticamente trava ou dá partida no motor. A comunicação é feita através de rádio frequência, e esse mesmo sistema permite que o usuário abra o porta-malas apenas ao movimentar-se próximo ao compartimento de bagagem, se estiver carregando a chave do veículo no bolso, por exemplo.
O novo Passat também terá o sistema Park Assist para estacionamento automático, e dois tipos de sistema para controlar o uso do farol alto. O Dynamic Light Assist (DLA) virá com opção de faróis bi-xenônio e o Light Assist (LA) para farol convencional.
Em ambos é possível utilizar continuamente os faróis altos, pois o sistema possui um sensor que detecta o tráfego na direção oposta e quando identificado um veículo o DLA obstrui as áreas do facho de luz que poderiam ofuscar o outro motorista. Já o LA alterna o farol de alto para baixo.
No seu interior também houve mudanças. Os assentos têm opção de serem climatizados, com ventilação e massageadores para motorista e passageiro da frente. O computador de bordo ganhou uma repaginação e traz alguns itens de segurança, como monitorar o nível de pressão de cada pneu, frenagem de emergência e sistema que detecta fadiga do motorista.
Ao detectar o cansaço do motorista, o sistema manda vibrações ao volante e emite avisos sonoros. Além disso, exibe no painel uma recomendação para que o condutor pare o veículo. A função de frenagem emergencial possui uma espécie de radar que lê a distância e diminui a velocidade do carro gradativamente, e quando o mesmo circula abaixo dos 30 km/h ele para o veículo totalmente.
O carro teve o início das vendas na Europa no começo desse mês e só deve chegar ao Brasil “no primeiro semestre de 2011, com preços que ainda não podem ser revelados”, como confirmou à INFO José Loureiro, gerente executivo de desenvolvimento de produtos da Volkswagen. E virá para competir com modelos sedã de luxo como o Audi A8 e Volvo S60.
Da InfoExame
O veículo vem equipado com motor gasolina 2.0 com 210cv de potência e câmbio DSG com seis ou sete marchas. Este tipo de transmissão possui uma CPU que controla um software específico para administrar a troca de marchas de forma quase instantânea.
Há uma opção para adquirir o carro com partida automática, através do sistema Keyless Access que automaticamente trava ou dá partida no motor. A comunicação é feita através de rádio frequência, e esse mesmo sistema permite que o usuário abra o porta-malas apenas ao movimentar-se próximo ao compartimento de bagagem, se estiver carregando a chave do veículo no bolso, por exemplo.
O novo Passat também terá o sistema Park Assist para estacionamento automático, e dois tipos de sistema para controlar o uso do farol alto. O Dynamic Light Assist (DLA) virá com opção de faróis bi-xenônio e o Light Assist (LA) para farol convencional.
Em ambos é possível utilizar continuamente os faróis altos, pois o sistema possui um sensor que detecta o tráfego na direção oposta e quando identificado um veículo o DLA obstrui as áreas do facho de luz que poderiam ofuscar o outro motorista. Já o LA alterna o farol de alto para baixo.
No seu interior também houve mudanças. Os assentos têm opção de serem climatizados, com ventilação e massageadores para motorista e passageiro da frente. O computador de bordo ganhou uma repaginação e traz alguns itens de segurança, como monitorar o nível de pressão de cada pneu, frenagem de emergência e sistema que detecta fadiga do motorista.
Ao detectar o cansaço do motorista, o sistema manda vibrações ao volante e emite avisos sonoros. Além disso, exibe no painel uma recomendação para que o condutor pare o veículo. A função de frenagem emergencial possui uma espécie de radar que lê a distância e diminui a velocidade do carro gradativamente, e quando o mesmo circula abaixo dos 30 km/h ele para o veículo totalmente.
O carro teve o início das vendas na Europa no começo desse mês e só deve chegar ao Brasil “no primeiro semestre de 2011, com preços que ainda não podem ser revelados”, como confirmou à INFO José Loureiro, gerente executivo de desenvolvimento de produtos da Volkswagen. E virá para competir com modelos sedã de luxo como o Audi A8 e Volvo S60.
Da InfoExame
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Amarok. Só um Volkswagen poderia ter tanta força
Lançada mundialmente na versão com cabine dupla, a pick-up da Volkswagen distingue-se pelo elevado conceito de segurança, que define novos padrões na sua categoria. Robusta está apta a enfrentar caminhos difíceis e a transportar cargas volumosas e pesadas.
Aproveite e veja como foi o test drive
Inovadora, a Amarok oferece o que há de melhor no que diz respeito a tecnologia, excelência em consumo, ao espaço interno conforto e ergonomia, a área da caçamba, bem como à facilidade e capacidade de carregamento.
O conceito e o estilo são nitidamente marcados pelo novo DNA de design da Volkswagen, refletido, sobretudo, no destaque das linhas horizontais, na clara definição das superfícies da carroceria e na alta precisão na montagem.
Aproveite e veja como foi o test drive
Inovadora, a Amarok oferece o que há de melhor no que diz respeito a tecnologia, excelência em consumo, ao espaço interno conforto e ergonomia, a área da caçamba, bem como à facilidade e capacidade de carregamento.
O conceito e o estilo são nitidamente marcados pelo novo DNA de design da Volkswagen, refletido, sobretudo, no destaque das linhas horizontais, na clara definição das superfícies da carroceria e na alta precisão na montagem.
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Volkswagen lança versão mais luxuosa do Touareg
O Gurpo Volkswagen já é bem representado no segmento de SUV`s de luxo com o Audi Q5 e Q7 e o Porsche Cayenne, mas a Volkswagen quer esquentar a concorrência dentro de ‘casa’ com uma versão mais luxuosa do Touareg, a Exclusive, que será oferecida na alemanha a partir de 58.150 euros, o equivalente a R$ 134.380 (sem impostos e taxas de importação).
A diferença para as demais versões é uma nova combinação do revestimento dos assentos em dois tons, rodas de 19 polegadas e acabamento com madeira real. Os bancos podem receber o tom bege ou um bordô e trazem um couro chamado “cool”, que impede que os assentos esquentem por causa da luz solar.
A cabine conta ainda com couro nas portas, detalhes em aço inox com a incrição da versão e elementos decorativos feitos em madeira real. As rodas de 19 polegadas são pintadas em prata e trazem dois tipos de desenho. A versão luxuosa pode ser equipada ainda com rodas de 20 polegadas.
Da Auto Esporte
A diferença para as demais versões é uma nova combinação do revestimento dos assentos em dois tons, rodas de 19 polegadas e acabamento com madeira real. Os bancos podem receber o tom bege ou um bordô e trazem um couro chamado “cool”, que impede que os assentos esquentem por causa da luz solar.
A cabine conta ainda com couro nas portas, detalhes em aço inox com a incrição da versão e elementos decorativos feitos em madeira real. As rodas de 19 polegadas são pintadas em prata e trazem dois tipos de desenho. A versão luxuosa pode ser equipada ainda com rodas de 20 polegadas.
Da Auto Esporte
sábado, 9 de outubro de 2010
Primeiras impressões: Volkswagen Gol Rallye
Volkswagen lança reedição de uma receita que já deu certo no passado: o Gol Rallye. O carro com perfil off-road nasceu em 2004 e em dois anos chegou a 13 mil unidades. Em 2007, a série voltou para completar a gama da quarta geração, mas foi limitada a três mil modelos. Desta vez, a marca alemã diz que é o consumidor quem vai ditar a quantidade que será produzida e o tempo de mercado da nova versão que, segundo estimativa da fabricante, deve representar 5% das vendas totais do Novo Gol.
À frente do Gol Rallye está o Renault Sandero Stepway, que ‘nasceu’ em 2008, e a versão ‘aventureira light’ do Uno, a Way, que de acordo com a Fiat representa 23% do mix de vendas do modelo, mesmo com o valor ‘salgado’. O Uno, com motor 1.4, parte de R$ 32.480 e chega a R$ 36.321 na configuração semelhante ao do Gol, com desembaçador e ar quente, direção hidráulica, preparação para som e alto-falantes, vidros dianteiros elétricos, faróis de neblina, rodas de liga-leve e adesivos na carroceria.
A partir de R$ 40.370, o Rallye, oferecido apenas com propulsor 1.6, traz de extra no pacote de série sensor de estacionamento, regulagem de altura e profundidade do volante e repetidores de setas nos retrovisores, itens que não estão na lista de opcionais do modelo da Fiat. Com ar-condicionado, o preço do novo compacto da marca italiana sobe para R$ 38.518 e o da série da Volks chega a R$ 43.030, na versão manual e R$ 45.690 com a transmissão automatizada (I-Motion), o mesmo valor cobrado pelo Sandero Stepway, oferecido apenas na versão 1.6 manual, que tem com diferenciais rodas de 16 polegadas, pneus de uso misto, barra de teto e estribos laterais.
Com preços equilibrados, a diferença está mesmo ao volante. Para fazer jus ao apelo off-road, a suspensão da nova série foi elevada em 28 mm o que aumentou para 171 mm a altura livre do solo com o veículo vazio e 146 mm, quando carregado. Para compensar a elevação do centro de gravidade, que torna o carro mais instável nas curvas, a engenharia adotou novas molas e os amortecedores, deixando-os mais duros, além de rodas de 15 polegadas. Os pneus, que também são novos, têm perfil mais baixo em relação a versão normal e estão mais sensíveis às irregularidades do piso. Todas esses mudanças deixaram o hatch com dirigibilidade mais esportiva e ainda mais distante do rodar demasiadamente macio do Uno e Sandero.
A esportividade também está presente na cabine. O revestimento interno do teto e das colunas é em tom preto, os assentos e as portas receberam novo tecido, o painel ganhou pintura texturizada e os comandos e o quadro de instrumentos trazem iluminação com LEDs. A inscrição da versão aparece na manopla do câmbio e na parte superior dos bancos. Para os passageiros da fileira de trás a novidade são luzes de leitura individuais.
Na disputa entre o Gol Rallye e o Uno Way não está em jogo apenas o título de carro mais vendido do Brasil, mas também de marca líder do segmento de ‘aventureiros leves’ que, segundo a Volkswagen, cresceu 463% de 2005 a 2009. Apesar de a Fiat ser a pioneira desse mercado, com o lançamento do Palio Adventure em 1999, é a Volkswagen que lidera a fatia com o CrossFox. O modelo off-road fechou 2009 com cerca de 26% de participação nesse mercado e uma média de 110 mil unidades vendidas por ano, o que corresponde a 30% do total de vendas do hatch.
Do G1
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Novos VW Passat e Jetta chegam ao Brasil no primeiro semestre de 2011
A pré-estreia do Grupo Volkswagen no Salão de Paris aconteceu na noite desta quarta-feira (29), na capital francesa, com um ‘espetáculo’ proporcional à ambição de se tornar o maior fabricante de veículos do mundo.
No evento, os destaques de cada marca do grupo foram apresentados, entre eles, o novo Passat, que chega ao Brasil no segundo trimestre do ano que vem. Outro modelo previsto para o mercado brasileiro e que estará no Salão – o evento abre as portas para a imprensa nesta quinta-feira (30) - é o Jetta. O carro também chegará no Brasil no primeiro trimestre de 2011.
Em uma montagem com direito a fogo e cachoeira no palco, a sétima geração do Passat foi mostrada como a grande aposta da marca Volkswagen no mercado europeu. Em linhas, o modelo não inova muito, apesar do apelo esportivo inspirado na versão CC. Desta vez, a fabricante alemã foi bem conservadora e optou por não revolucionar o design do sedã médio (médio para o padrão europeu). Há ainda a versão station wagon, com as mesmas linhas conservadoras.
Mesmo assim, fez uma “graça” ao instalar um sensor para abertura do porta-malas na parte inferior da traseira do carro. Assim, se a pessoa está com as mão ocupadas com malas e sacolas, basta passar o pé a uma certa distância do dispositivo que o tampo se abre.
De acordo com a Volkswagen, a nova geração do modelo inova no aprimoramento da parte mecânica, pois consome 19% menos combustível do que a versão anterior. Além disso, na Europa será vendido em dez opções de motores, a gasolina, diesel, gás natural e etanol (E85 – mistura com 85% de etanol e 15% de gasolina). As potências dos propulsores variam entre 105 cv e 300 cv.
O carro vem ainda com uma série de sistemas de segurança, como controle automático dos faróis, sistemas de alerta de troca involuntária de faixa e de aproximação de veículos pela lateral e retaguarda, sistema de frenagem de emergência na eminência de colisões e a segunda geração do Park Assist, que estaciona o carro sozinho em vagas longitudinais e perpendiculares à via (o G1 testou a primeira geração deste sistema).
Jetta
A nova geração do Jetta não foi apresentada durante o evento. Porém, a fabricante alemã divulgou as informações sobre o modelo. A grande novidade está nas medidas do carro. Nove centímetros maior do que a geração anterior, o modelo europeu tem 4,64 m de comprimento, 1,45 m de altura e 1,78 m de largura. Segundo a Volkswagen, a gama de motores varia de 105 cv a 200 cv e inclui um turbodiesel, de 140 cv, capaz de rodar 14,4 km/l no ciclo combinado de estrada e cidade.
Os modelos adaptados para o mercado americano (S, SE, SEL, TDI e GLI) serão vendidos por a partir de US$ 15.995. Como equipamentos de série, o carro conta com monitoramento de pressão dos pneus e controle eletrônico de estabilidade (ESP).
Do G1
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Fox, CrossFox e Golf ganham airbag e ABS de série
A linha 2011 dos modelos Fox, CrossFox e Golf ganha como novidade itens de segurança de série para algumas versões. Segundo a Volkswagen, apesar de ter acrescentado no pacote airbags frontais e freios com sistema ABS (antitravamento), os preços não foram alterados.
Assim, o Fox Prime ganhará os itens e continuará a custar R$ 41.140, já o aventureiro CrossFox sai por R$ 49.890 e o Golf Sportline por R$ 58.790.
Do G1
Assim, o Fox Prime ganhará os itens e continuará a custar R$ 41.140, já o aventureiro CrossFox sai por R$ 49.890 e o Golf Sportline por R$ 58.790.
Do G1
sábado, 7 de novembro de 2009
Ah, mas ainda vai ser meu...
Claro que não o quero para vaso, mas é eu tenho o sonho de comprar aquela carcaça e iniciar uma mega recuperação que pode levar uma vida, não importa, até porque é projeto para uma vida, mas que precisa ter início com aquele pedaço.
Já vi vários lugares com chassis de fusca à espera de uma "lataria", nem que seja de fibra. Mas é justamente aí que mora o problema. As oficinas que desmontam os fuscas se interessam em montar bugues, não pumas.
Daí o projeto que tenho em mente. Pretendo arrematar a cara do Puma quarentão, comprar um chassi inteiro e sem rachaduras e localizar um mecânico decente que queira entrar na brincadeira comigo sem que eu tenha que sustentá-lo pelo resto da vida.
Depois que estiver sobre rodas, levo para casa e passo a montar os demais "detalhes", como direção, poltronas e acabamento interno.
Atualmente só tem uma coisa que me impede de começar este projeto de restauração sensacional. É a falta de dinheiro. Tô liso.
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