A linha 2011 dos modelos Fox, CrossFox e Golf ganha como novidade itens de segurança de série para algumas versões. Segundo a Volkswagen, apesar de ter acrescentado no pacote airbags frontais e freios com sistema ABS (antitravamento), os preços não foram alterados.
Assim, o Fox Prime ganhará os itens e continuará a custar R$ 41.140, já o aventureiro CrossFox sai por R$ 49.890 e o Golf Sportline por R$ 58.790.
Do G1
Descubra comigo quais são e como funcionam os grandes carros que rodam pelo Brasil!
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
domingo, 15 de agosto de 2010
Miniaturas que também são pendrive; uma coleção bem útil
Se você precisava de alguma desculpa para comprar mais carrinhos em miniatura, ou se precisava de mais desculpas para aumentar a coleção de pendrives, aqui está a solução: Flash Rods, pendrives construídos artesanalmente sobre carrinhos de brinquedo.
Cada um tem 4GB de memória e é vendido por US$ 25 (cerca de R$ 43). A lista tem modelos clássicos como a Chevy e o Mustang GT500 (imagem acima), além de Camaro, Porsche 911 e o DeLorean, carro do filme De Volta para o Futuro. Dave Hersch, o criador, assegura que usa os melhores carrinhos em miniatura do mundo e que faz um "test-drive" de cada uma das peças.
Se você quer pensar grande e não tem muita paciência para pendrives, dê uma olhada na seção "disco rígido". Sim, você pode ter um HD externo transformado em Dodge Challenger ou Audi R8, entre outros modelos.
Lá do Slash Gear.
Da UolTecnologia
Cada um tem 4GB de memória e é vendido por US$ 25 (cerca de R$ 43). A lista tem modelos clássicos como a Chevy e o Mustang GT500 (imagem acima), além de Camaro, Porsche 911 e o DeLorean, carro do filme De Volta para o Futuro. Dave Hersch, o criador, assegura que usa os melhores carrinhos em miniatura do mundo e que faz um "test-drive" de cada uma das peças.
Se você quer pensar grande e não tem muita paciência para pendrives, dê uma olhada na seção "disco rígido". Sim, você pode ter um HD externo transformado em Dodge Challenger ou Audi R8, entre outros modelos.
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Pendrives de carrinho: Flash Rods.Lá do Slash Gear.
Da UolTecnologia
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Honda vai parar a venda da versão hatch do Civic Type R na Europa
A Honda anunciou, nesta terça-feira (10), o fim da comercialização do esportivo Civic Type R, neste ano, nos mercados europeus onde entram em vigor as novas norma de emissões Euro 5.
O hatch é produzido na fábrica de Swindon, no Reino Unido, e é equipado com motor 2.0 com 200 cavalos de potência a 8.000 rpm. Somente no Reino Unido já foram vendidas cerca de 12 mil unidades do Type R desde seu lançamento, em 2007.
No entanto, a Honda ressaltou que continuará a vender a versão esportiva do modelo na Austrália e na África do Sul, onde as leis de emissões não são tão rigorosas.
Sedã sai de linha
Em abril, A Honda anunciou que vai finalizar a produção do Civic Type R sedã no final deste mês. O modelo, que é vendido somente no Japão, possui motor quatro cilindros de 2.0 litros e produz 225 cavalos de potência a 8.000 rpm, com torque de 21,9 Kgfm em 6. 100 rpm. A caixa de câmbio é manual de possui seis velocidades.
A primeira geração do modelo foi lançada em 1997, a segunda em 2001 e, a terceira, em 2007. O modelo foi produzido para dar a impressão de carro de corrida.
Do G1
O hatch é produzido na fábrica de Swindon, no Reino Unido, e é equipado com motor 2.0 com 200 cavalos de potência a 8.000 rpm. Somente no Reino Unido já foram vendidas cerca de 12 mil unidades do Type R desde seu lançamento, em 2007.
No entanto, a Honda ressaltou que continuará a vender a versão esportiva do modelo na Austrália e na África do Sul, onde as leis de emissões não são tão rigorosas.
Sedã sai de linha
Em abril, A Honda anunciou que vai finalizar a produção do Civic Type R sedã no final deste mês. O modelo, que é vendido somente no Japão, possui motor quatro cilindros de 2.0 litros e produz 225 cavalos de potência a 8.000 rpm, com torque de 21,9 Kgfm em 6. 100 rpm. A caixa de câmbio é manual de possui seis velocidades.
A primeira geração do modelo foi lançada em 1997, a segunda em 2001 e, a terceira, em 2007. O modelo foi produzido para dar a impressão de carro de corrida.
Do G1
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Honda prepara versão híbrida do monovolume Fit, diz jornal
A montadora japonesa Honda planeja vender uma versão híbrida do seu popular modelo Fit por cerca de 1,59 milhão de ienes (o equivalente a US$ 18.600 e R$ 32.615), fabricando o mais barato híbrido do Japão quando ele for à venda em outubro, disse o jornal Tokyo Shimbun no domingo.
Graças aos subsídios japoneses para a construção de carros "verdes", os modelos híbridos estão se tornando populares no mercado de novos carros de passageiros nos últimos meses.
Entretanto, os subsídios devem acabar no próximo mês, em um movimento que poderia gerar uma guerra de preços com a rival no mercado de híbridos Toyota.
O Fit híbrido deverá custar cerca de 300 mil ienes (R$ 6.124) menos que o Insight, outra oferta híbrida da segunda maior montadora do Japão e atualmente o modelo mais barato. O Fit híbrido também custará 400 mil ienes (R$ 8.162) menos do que a versão do compacto movida à gasolina, disse o jornal.
Do G1
Graças aos subsídios japoneses para a construção de carros "verdes", os modelos híbridos estão se tornando populares no mercado de novos carros de passageiros nos últimos meses.
Entretanto, os subsídios devem acabar no próximo mês, em um movimento que poderia gerar uma guerra de preços com a rival no mercado de híbridos Toyota.
O Fit híbrido deverá custar cerca de 300 mil ienes (R$ 6.124) menos que o Insight, outra oferta híbrida da segunda maior montadora do Japão e atualmente o modelo mais barato. O Fit híbrido também custará 400 mil ienes (R$ 8.162) menos do que a versão do compacto movida à gasolina, disse o jornal.
Do G1
Honda faz recall de 383 mil veículos nos Estados Unidos e Canadá
A Honda anunciou nesta segunda-feira (9) o recall de 383 mil veículos nos Estados Unidos e no Canadá para resolver um defeito no sistema de ignição. A falha pode provocar o movimento dos carros quando estacionados.
Os veículos com problema são 197 mil Accord e 117 mil Civic do modelo 2003 e 69 mil Element dos modelos 2003 e 2004.
O G1 consultou a Honda do Brasil sobre a existência de modelos em circulação no país com o problema. A empresa afirmou que o recall não envolve unidades no Brasil.
O problema está no mecanismo de bloqueio do sistema de ignição. Segundo a Honda, o mecanismo pode se desgastar com o passar do tempo. Quando o motorista tira a chave da ignição, o carro pode se movimentar, caso o freio de mão não esteja puxado.
A fabricante japonesa diz ter recebido várias reclamações e está ciente sobre "um pequeno número de incidentes relacionados, inclusive um que culminou em lesões leves".
A empresa disse que começará a notificar os usuários prejudicados no final de setembro.
Do G1
Os veículos com problema são 197 mil Accord e 117 mil Civic do modelo 2003 e 69 mil Element dos modelos 2003 e 2004.
O G1 consultou a Honda do Brasil sobre a existência de modelos em circulação no país com o problema. A empresa afirmou que o recall não envolve unidades no Brasil.
O problema está no mecanismo de bloqueio do sistema de ignição. Segundo a Honda, o mecanismo pode se desgastar com o passar do tempo. Quando o motorista tira a chave da ignição, o carro pode se movimentar, caso o freio de mão não esteja puxado.
A fabricante japonesa diz ter recebido várias reclamações e está ciente sobre "um pequeno número de incidentes relacionados, inclusive um que culminou em lesões leves".
A empresa disse que começará a notificar os usuários prejudicados no final de setembro.
Do G1
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Subcompacto projetado pelo criador do McLaren F1 é revelado
Para quem já achava o smart pequeno, chegou o T.25 leva até três passageiros e pode ser estacionado perpendicularmente. Minicarro faz 26,1 km/l e roda até 783 km com um tanque de combustível. Carrega até três pessoas, contando com o motorista.
É um "carrão"para quem quer economizar, mas eu queria mesmo era saber o preço de venda e se chega no Brasil um dia. O T.25 poderia chegar a velocidade máxima de 156 km/h, mas por questão de segurança ela é limitada a 145 km/h.
É um "carrão"para quem quer economizar, mas eu queria mesmo era saber o preço de venda e se chega no Brasil um dia. O T.25 poderia chegar a velocidade máxima de 156 km/h, mas por questão de segurança ela é limitada a 145 km/h.
sábado, 26 de junho de 2010
terça-feira, 8 de junho de 2010
Novo Uno reforça a liderança da Fiat em maio
Com 54.934 veículos emplacados em maio, a Fiat liderou o mercado de automóveis e veículos comerciais leves no mês, e ampliou sua liderança no acumulado de vendas do ano, com 281.295 unidades, correspondentes a 22,5% do mercado, com mais de 19.800 veículos à frente da segunda colocada.
De janeiro a maio, a Fiat lidera tanto o mercado de automóveis, com 228.014 carros emplacados, quanto o segmento de veículos comerciais leves, com 53.281 unidades vendidos, de acordo com os dados do Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam), divulgados hoje pela Anfavea.
Contribuiu para este resultado a chegada do Novo Uno ao mercado, o mais recente lançamento da Fiat. Em seu primeiro mês de comercialização, o Uno foi o modelo mais vendido da Fiat, com 14.089 unidades – considerando que o novo carro só chegou à rede de concessionários a partir da segunda semana do mês.
No acumulado do ano, o Uno já se tornou o modelo com maior volume de vendas da Fiat, com 63.590 unidades. Já no segmento de comerciais leves, a picape Fiat Strada continua líder isolada, com 42.389 unidades emplacadas nos cinco primeiros meses do ano.
De janeiro a maio, a Fiat lidera tanto o mercado de automóveis, com 228.014 carros emplacados, quanto o segmento de veículos comerciais leves, com 53.281 unidades vendidos, de acordo com os dados do Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam), divulgados hoje pela Anfavea.
Contribuiu para este resultado a chegada do Novo Uno ao mercado, o mais recente lançamento da Fiat. Em seu primeiro mês de comercialização, o Uno foi o modelo mais vendido da Fiat, com 14.089 unidades – considerando que o novo carro só chegou à rede de concessionários a partir da segunda semana do mês.No acumulado do ano, o Uno já se tornou o modelo com maior volume de vendas da Fiat, com 63.590 unidades. Já no segmento de comerciais leves, a picape Fiat Strada continua líder isolada, com 42.389 unidades emplacadas nos cinco primeiros meses do ano.
Celta é o carro com o maior valor de revenda
Na hora de comprar um zero quilômetro, tem gente que valoriza o estilo do carro, outros fazem questão de um motor potente, enquanto alguns elegem como prioridade o conforto. Mas tem um item que é imperioso na decisão de compra do consumidor brasileiro, principalmente no segmento dos carros pequenos: a depreciação. Quanto menor a depreciação do modelo, maior a procura, pois o comprador terá a segurança de ter investido o seu dinheiro num negócio que não vai lhe dar prejuízo na hora da revenda.
Mesmo sendo um bem de consumo, o carro ainda é tido no Brasil como uma reserva monetária para o consumidor comum, um capital investido que pode ser usado em uma necessidade. Muitas vezes o carro é o único patrimônio da família.
A mesma preocupação têm as empresas frotistas, que procuram o carro com menor risco, para obter o maior valor residual.
Para um ou para outro, o melhor carro para que essas condições sejam atendidas é o Celta. Mais exatamente o Celta Spirit VHC-E com motor 1.0 de 8 válvulas, quatro portas, básico. O carro da GM é o que menos perde valor depois de um ano de uso, conforme estudo de depreciação dos carros fabricados no Brasil feito pela AutoInforme/Molicar. Pelo levantamento, a versão Spirit perdeu apenas 11,3% nos últimos 12 meses: Foi o melhor negócio do ponto de vista financeiro.
O hatch pequeno é o carro brasileiro com o maior valor de revenda, por causa do grande volume de vendas e o consequente alto giro no mercado. Outra versão do Celta, a Life, e também o Mille Economy Way 4 portas, tem um excelente valor de revenda: perdem menos de 12% após um ano de uso. Na faixa de 12% a 13% aparecem outras versões do Mille, o Palio ELX 1.0, o Gol Geração 5.
Líder no segmento das vans pequenas, o Fit obteve excelente desempenho na classificação geral. O carro da Honda tem o maior valor de revenda fora do segmento dos pequenos. Depois de um ano de uso, o Fit vale apenas 13,1% a menos do que o modelo OK.
O Captiva, utilitário esportivo menos depreciado do Brasil, também foi muito bem na classificação geral: a versão Sport 2.4 tem um excelente valor residual: o preço do carro zero perde apenas 13,8% após doze meses de uso.
O carro menos depreciado do segmento dos sedãs pequenos é o Voyage 1.0, com queda de preço de 13,3% em um ano. O Corolla é o líder entre os sedãs médios, perde 15,2% e o Camry XLE 3.5 V-6 a gasolina, quatro portas é o menos depreciado entre os sedãs grandes -20,9% após um ano.
Do ponto de vista financeiro, o pior negócio para quem vai comprar um carro novo é o Citroën Picasso Exclusive 2.0, que perde 24,1% após um ano de uso. O segundo carro mais depreciado é a Scénic Expression, com 22,8%. O utilitário esportivo Toyota RAV 4 deprecia 22,1% após doze meses.
Mesmo sendo um bem de consumo, o carro ainda é tido no Brasil como uma reserva monetária para o consumidor comum, um capital investido que pode ser usado em uma necessidade. Muitas vezes o carro é o único patrimônio da família.
A mesma preocupação têm as empresas frotistas, que procuram o carro com menor risco, para obter o maior valor residual.
Para um ou para outro, o melhor carro para que essas condições sejam atendidas é o Celta. Mais exatamente o Celta Spirit VHC-E com motor 1.0 de 8 válvulas, quatro portas, básico. O carro da GM é o que menos perde valor depois de um ano de uso, conforme estudo de depreciação dos carros fabricados no Brasil feito pela AutoInforme/Molicar. Pelo levantamento, a versão Spirit perdeu apenas 11,3% nos últimos 12 meses: Foi o melhor negócio do ponto de vista financeiro.
O hatch pequeno é o carro brasileiro com o maior valor de revenda, por causa do grande volume de vendas e o consequente alto giro no mercado. Outra versão do Celta, a Life, e também o Mille Economy Way 4 portas, tem um excelente valor de revenda: perdem menos de 12% após um ano de uso. Na faixa de 12% a 13% aparecem outras versões do Mille, o Palio ELX 1.0, o Gol Geração 5.
Líder no segmento das vans pequenas, o Fit obteve excelente desempenho na classificação geral. O carro da Honda tem o maior valor de revenda fora do segmento dos pequenos. Depois de um ano de uso, o Fit vale apenas 13,1% a menos do que o modelo OK.
O Captiva, utilitário esportivo menos depreciado do Brasil, também foi muito bem na classificação geral: a versão Sport 2.4 tem um excelente valor residual: o preço do carro zero perde apenas 13,8% após doze meses de uso.
O carro menos depreciado do segmento dos sedãs pequenos é o Voyage 1.0, com queda de preço de 13,3% em um ano. O Corolla é o líder entre os sedãs médios, perde 15,2% e o Camry XLE 3.5 V-6 a gasolina, quatro portas é o menos depreciado entre os sedãs grandes -20,9% após um ano.
Do ponto de vista financeiro, o pior negócio para quem vai comprar um carro novo é o Citroën Picasso Exclusive 2.0, que perde 24,1% após um ano de uso. O segundo carro mais depreciado é a Scénic Expression, com 22,8%. O utilitário esportivo Toyota RAV 4 deprecia 22,1% após doze meses.
terça-feira, 23 de março de 2010
Honda lança modelo esportivo do Fit no Reino Unido
A Honda lança no Reino Unido um novo design para o Jazz, no Brasil chamado de Fit. O novo modelo será mais esportivo e pretende ser mais atraente para jovens motoristas.
O conjunto terá rodas de 16 polegadas, grade dianteira cromada, spoilers traseiros, tapetes bordados e a marca Si na tampa do porta-malas e porta-luvas. A transmissão é apenas manual.
Os preços vão de 12.835 libras, equivalente a cerca de R$ 35 mil, para o modelo 1.2 e 13.510 libras, equivalente a cerca de R$ 36.800, para o 1.4. O Jazz Si começará a ser vendido na Europa em 1º de abril.
Do G1
O conjunto terá rodas de 16 polegadas, grade dianteira cromada, spoilers traseiros, tapetes bordados e a marca Si na tampa do porta-malas e porta-luvas. A transmissão é apenas manual.
Os preços vão de 12.835 libras, equivalente a cerca de R$ 35 mil, para o modelo 1.2 e 13.510 libras, equivalente a cerca de R$ 36.800, para o 1.4. O Jazz Si começará a ser vendido na Europa em 1º de abril.
Do G1
domingo, 21 de março de 2010
Outono exige cuidados redobrados com ar-condicionado
O outono começou e, nesta estação, os picos de calor e frio se tornam constantes, o que faz aumentar o uso do ar-condicionado do carro. O liga e desliga pode ser prejudicial ao sistema, caso o motorista não tome alguns cuidados.
De acordo Geraldo Barbosa de Lima Filho, um dos proprietários da Super Ar, empresa de manutenção e higienização de ar-condicionado, o ideal em situações de uso constante é que pelo menos uma vez por semana, antes de desligar o veículo, acione-se o ar quente para secar o sistema de refrigeração e evitar a formação de fungos e bactérias.
“Depois de usar o ar-condicionado é como se deixássemos um pano úmido dentro de uma gaveta fechada, que neste caso é a caixa de ar”, afirma Filho. “Como o local não tem ventilação, com o tempo a umidade pode gerar fungos e bactérias e o ar quente ajuda a combatê-los."
No uso urbano, fechar a entrada de ar externo evita o acúmulo de poeira no sistema. “Mas se for pegar uma estrada, para uma viagem longa, o motorista deve deixar essa entrada aberta para renovar o ar no interior do veículo”, afirma o proprietário da Super Ar.
Mesmo que o motorista tome todos esses cuidados, em cidades com grande índice de poluição, como São Paulo e Rio de Janeiro, a higienização deve ser feita a cada seis meses. “Em carros mais antigos, em que o sistema de refrigeração não utiliza filtros de ar, a limpeza da caixa de ar deve ser ainda mais frequente”, afirma Jair Silva, supervisor de serviços da Affinia Automotiva, fabricante de filtros de ar.
Para os filtros, a recomendação é que eles sejam trocados a cada 15 mil quilômetros ou um ano. “O proprietário do veículo sabe que a troca do filtro já passou da hora quando as saídas de ar começam a emitir partículas sólidas, mau cheiro ou quando o ar-condicionado fica ineficiente”, afirma Silva.
A localização do filtro de ar depende da fabricante do veículo e do modelo e, por isso, apesar de simples, a troca deve ser feita por um especialista. “Em um carro popular, a média de preço do filtro de ar é de R$ 40”, diz o supervisor da fabricante de filtros de ar.
Alguns modelos têm um sistema que aguarda de 3 a 5 segundos para religar o sistema de refrigeração, para evitar danos ao compressor do ar. “Mas há veículos que não dispõe deste sistema e ao ligar o carro, o ar liga junto e toda a força do motor é enviada ao compressor, que pode romper com o tempo”, diz Filho. “Um compressor de um carro popular custa no mínimo R$ 1,4 mil.”
Milene Rios Do G1
De acordo Geraldo Barbosa de Lima Filho, um dos proprietários da Super Ar, empresa de manutenção e higienização de ar-condicionado, o ideal em situações de uso constante é que pelo menos uma vez por semana, antes de desligar o veículo, acione-se o ar quente para secar o sistema de refrigeração e evitar a formação de fungos e bactérias.
“Depois de usar o ar-condicionado é como se deixássemos um pano úmido dentro de uma gaveta fechada, que neste caso é a caixa de ar”, afirma Filho. “Como o local não tem ventilação, com o tempo a umidade pode gerar fungos e bactérias e o ar quente ajuda a combatê-los."
No uso urbano, fechar a entrada de ar externo evita o acúmulo de poeira no sistema. “Mas se for pegar uma estrada, para uma viagem longa, o motorista deve deixar essa entrada aberta para renovar o ar no interior do veículo”, afirma o proprietário da Super Ar.
Mesmo que o motorista tome todos esses cuidados, em cidades com grande índice de poluição, como São Paulo e Rio de Janeiro, a higienização deve ser feita a cada seis meses. “Em carros mais antigos, em que o sistema de refrigeração não utiliza filtros de ar, a limpeza da caixa de ar deve ser ainda mais frequente”, afirma Jair Silva, supervisor de serviços da Affinia Automotiva, fabricante de filtros de ar.
Para os filtros, a recomendação é que eles sejam trocados a cada 15 mil quilômetros ou um ano. “O proprietário do veículo sabe que a troca do filtro já passou da hora quando as saídas de ar começam a emitir partículas sólidas, mau cheiro ou quando o ar-condicionado fica ineficiente”, afirma Silva.
A localização do filtro de ar depende da fabricante do veículo e do modelo e, por isso, apesar de simples, a troca deve ser feita por um especialista. “Em um carro popular, a média de preço do filtro de ar é de R$ 40”, diz o supervisor da fabricante de filtros de ar.
Alguns modelos têm um sistema que aguarda de 3 a 5 segundos para religar o sistema de refrigeração, para evitar danos ao compressor do ar. “Mas há veículos que não dispõe deste sistema e ao ligar o carro, o ar liga junto e toda a força do motor é enviada ao compressor, que pode romper com o tempo”, diz Filho. “Um compressor de um carro popular custa no mínimo R$ 1,4 mil.”
Milene Rios Do G1
sexta-feira, 12 de março de 2010
Honda inicia as vendas do novo simulador de condução no Japão
A Honda inicia este mês a comercialização de um novo simulador de condução para os motoristas de automóvel. Mas apesar de uma máquina como esta ser muito necessária aqui no Brasil, ela foi feita e é destinada ao mercado japonês, o aparelho visa educar as pessoas sobre como dirigir com segurança no dia a dia.
Segundo a assessoria de imprensa da fábrica da Honda no Brasil, o novo simulador conta com gráficos e descrições de fácil compreensão, dando dicas de como ser cauteloso no trânsito. Além disso, o motorista recebe conselhos de como garantir uma condução segura em situações desfavoráveis, como acidentes e colisões.
Com instruções mais detalhadas e precisas, o novo aparelho é composto por uma tela de LCD de 42 polegadas, onde a pessoa tem a sensação de estar muito próxima da realidade.
O equipamento conta ainda com programas que permitem simular conduções em modo noturno, com neve e em rodovia. A expectativa de vendas no Japão neste primeiro ano é de 30 unidades. Desde 2001, a Honda desenvolve simuladores de condução de automóveis.
Segundo a assessoria de imprensa da fábrica da Honda no Brasil, o novo simulador conta com gráficos e descrições de fácil compreensão, dando dicas de como ser cauteloso no trânsito. Além disso, o motorista recebe conselhos de como garantir uma condução segura em situações desfavoráveis, como acidentes e colisões.
Com instruções mais detalhadas e precisas, o novo aparelho é composto por uma tela de LCD de 42 polegadas, onde a pessoa tem a sensação de estar muito próxima da realidade.
O equipamento conta ainda com programas que permitem simular conduções em modo noturno, com neve e em rodovia. A expectativa de vendas no Japão neste primeiro ano é de 30 unidades. Desde 2001, a Honda desenvolve simuladores de condução de automóveis.
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