Descubra comigo quais são e como funcionam os grandes carros que rodam pelo Brasil!
terça-feira, 9 de março de 2010
Honda City é eleito o melhor carro para portadores de deficiência
A Honda Automóveis foi a principal vencedora da 12ª edição do prêmio “O Melhor Carro para a Pessoa com Deficiência”, promovido pela Revista Nacional de Reabilitação. Com menos de um ano de atuação no mercado brasileiro, o Honda City ficou com a primeira colocação. O New Fit e o New Civic também figuraram entre os eleitos, com as segunda e terceira posições, respectivamente.
A pesquisa contou com a participação de 2.354 pessoas, entre portadores de deficiência, seus familiares, profissionais da área de saúde e empresas do setor. Do total, 27% escolheram o Honda City como o veículo mais apropriado para esse público, enquanto o monovolume da marca recebeu 21% dos votos. O New Civic contabilizou 16% da preferência dos participantes.
Para se chegar à escolha do carro que melhor se ajusta às expectativas desse consumidor foram considerados aspectos como a acessibilidade a comandos do painel, posição de dirigibilidade, adaptações, relações custo/benefício, design, tecnologia, atendimento e entrega do veículo pela concessionária.
A aceitação dos modelos Honda pelo público portador de necessidades especiais não é nova. A linha Civic já figurou na primeira colocação em outras sete edições da pesquisa, enquanto a primeira geração do Honda Fit havia alcançado o prêmio principal em uma oportunidade.
O resultado desta edição da pesquisa feita pela Revista Nacional de Reabilitação reafirma o sucesso do Honda City num curto espaço de tempo.
Entre julho, quando foi apresentado, e dezembro do ano passado, acumulou 14.630 unidades emplacadas. Em janeiro de 2010, outras 2.593 unidades foram comercializadas.
Honda Conduz
O prêmio alcançado pelo Honda City é um reconhecimento do envolvimento da Honda Automóveis com o público portador de deficiência. Desde o início da produção nacional, em 1997, a marca possui o Honda Conduz, programa específico voltado para o portador de necessidades especiais, que visa auxiliá-lo na obtenção da documentação necessária para a compra de veículos.
Com assessoria Honda
Defeito na roda: Fiat Brasil terá que fazer recall do Stilo
O Ministério da Justiça anunciou nesta terça-feira (9) que vai multar a Fiat do Brasil em R$ 3 milhões por defeito de fabricação no Fiat Stilo. Em paralelo, o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) decidiu obrigar a montadora a realizar o recall imediato das unidades do modelo fabricadas a partir de 2004.
A Fiat Automóveis informou, em nota oficial na noite desta terça-feira, que cumprirá a decisão do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC) e determinará em breve a realização de recall para a substituição do cubo da roda traseira do Fiat Stilo, nos casos em que o veículo se enquadrar na decisão dos órgãos oficiais. A montadora diz que a decisão a "surpreendeu".
"A empresa reitera, entretanto, que os modelos Fiat Stilo não apresentam qualquer inconveniente nem risco ao consumidor, conforme sustenta laudo técnico elaborado por sua área de Engenharia, confirmado pelo Inmetro e outras instituições técnicas", diz a nota.
A Fiat Automóveis informa ainda que tomará, de imediato, a providência de recorrer da decisão nas esferas competentes, "em busca do pleno esclarecimento dos fatos".
O problema está no conjunto do cubo da roda do Stilo, que pode romper-se e causar a soltura da roda. O órgão destaca que não foram observados acidentes envolvendo veículos com freios ABS.
Do G1
A Fiat Automóveis informou, em nota oficial na noite desta terça-feira, que cumprirá a decisão do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC) e determinará em breve a realização de recall para a substituição do cubo da roda traseira do Fiat Stilo, nos casos em que o veículo se enquadrar na decisão dos órgãos oficiais. A montadora diz que a decisão a "surpreendeu".
"A empresa reitera, entretanto, que os modelos Fiat Stilo não apresentam qualquer inconveniente nem risco ao consumidor, conforme sustenta laudo técnico elaborado por sua área de Engenharia, confirmado pelo Inmetro e outras instituições técnicas", diz a nota.
A Fiat Automóveis informa ainda que tomará, de imediato, a providência de recorrer da decisão nas esferas competentes, "em busca do pleno esclarecimento dos fatos".
O problema está no conjunto do cubo da roda do Stilo, que pode romper-se e causar a soltura da roda. O órgão destaca que não foram observados acidentes envolvendo veículos com freios ABS.
Do G1
quarta-feira, 3 de março de 2010
Veículo elétrico da Honda fica só no papel
O novo veículo 3R-C da Honda é uma solução para os problemas de locomoção urbana – mas pode demorar bastante para se tornar realidade.
Lançado no Salão do Automóvel de Genebra esta semana, ele possui três rodas e baterias recarregáveis.
Criado pelo time de design da Honda em Milão, o veículo é um projeto minimalista voltado para transporte de apenas uma pessoa. A bateria elétrica está montada em posição baixa no chassi, mantendo o centro de gravidade baixo e aumentando a estabilidade.
O assento possui proteção reforçada nas laterais, para reduzir o risco de machucados em impactos. O porta-malas, diminuto, fica na frente, combinado com a ideia de um veículo para transporte urbano.
O design futurista, no entanto, é apenas um protótipo: a Honda anunciou que não tem planos de produzi-lo.
Da INFO Online
Lançado no Salão do Automóvel de Genebra esta semana, ele possui três rodas e baterias recarregáveis.
Criado pelo time de design da Honda em Milão, o veículo é um projeto minimalista voltado para transporte de apenas uma pessoa. A bateria elétrica está montada em posição baixa no chassi, mantendo o centro de gravidade baixo e aumentando a estabilidade.
O assento possui proteção reforçada nas laterais, para reduzir o risco de machucados em impactos. O porta-malas, diminuto, fica na frente, combinado com a ideia de um veículo para transporte urbano.
O design futurista, no entanto, é apenas um protótipo: a Honda anunciou que não tem planos de produzi-lo.
Da INFO Online
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Honda anuncia recall do modelo Fit no Brasil
A Honda Automóveis do Brasil convoca os proprietários do modelo Honda Fit a comparecerem a partir do dia 10 de fevereiro a qualquer concessionária da marca para a aplicação gratuita de uma proteção adicional no interruptor principal de comando dos vidros elétricos.
A montadora ressalta que os modelos New Fit e City não estão envolvidos na campanha. A campanha envolve 186.902 unidades.
De acordo com o comunicado da fabricante, em algumas unidades pode ocorrer a penetração de umidade no interruptor, comprometendo o seu funcionamento e, em casos extremos, gerar curto-circuito. Há risco de incêndio.
A Honda recomenda o agendamento prévio em uma concessionária de preferência do cliente. A empresa diz que o recall se estenderá até 10 de agosto de 2010. No entanto, o Procon-SP ressalta que não existem prazos para este tipo de convocação e, assim, o ajuste pode ser feito a qualquer momento.
Informações adicionais poderão ser obtidas no Serviço de Atendimento ao Cliente pelo telefone 0800-701-3432 ou no site da Honda.
Do G1
A montadora ressalta que os modelos New Fit e City não estão envolvidos na campanha. A campanha envolve 186.902 unidades.
De acordo com o comunicado da fabricante, em algumas unidades pode ocorrer a penetração de umidade no interruptor, comprometendo o seu funcionamento e, em casos extremos, gerar curto-circuito. Há risco de incêndio.
A Honda recomenda o agendamento prévio em uma concessionária de preferência do cliente. A empresa diz que o recall se estenderá até 10 de agosto de 2010. No entanto, o Procon-SP ressalta que não existem prazos para este tipo de convocação e, assim, o ajuste pode ser feito a qualquer momento.
Informações adicionais poderão ser obtidas no Serviço de Atendimento ao Cliente pelo telefone 0800-701-3432 ou no site da Honda.
Do G1
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Honda cresce 72,7% e amplia projeção de ganho para 2010
No último trimestre de 2009 a Honda obteve um lucro líquido de 134,6 bilhões de ienes (US$ 1,462 bilhão), ou 565,1% acima do montante de mesmo intervalo do ano anterior. O resultado superou as estimativas de muitos analistas.
Na base operacional, o lucro foi de 176,9 bilhões de ienes, ou US$ 1,922 bilhão, com crescimento de 72,7%. As receitas líquidas consolidadas recuaram 11,5% no terceiro trimestre fiscal e ficaram em 2,240 trilhões de ienes, por causa de efeitos desfavoráveis do câmbio e uma queda nas vendas no segmento automobilístico.
Ao mesmo tempo que a empresa notou uma expansão na demanda por carros na China e na Índia entre outubro e dezembro de 2009, percebeu uma recuperação moderada no mercado americano, mas as vendas unitárias na América do Norte e Europa ainda estão abaixo daquelas de um ano antes, em parte por causa da força do iene ante o dólar.
Para os 12 meses até março de 2010, a previsão é de um lucro de 265 bilhões de ienes, melhor do que os 155 bilhões de ienes esperados antes para o mesmo intervalo. As receitas líquidas devem corresponder a 8,53 trilhões de ienes.
Do G1
Na base operacional, o lucro foi de 176,9 bilhões de ienes, ou US$ 1,922 bilhão, com crescimento de 72,7%. As receitas líquidas consolidadas recuaram 11,5% no terceiro trimestre fiscal e ficaram em 2,240 trilhões de ienes, por causa de efeitos desfavoráveis do câmbio e uma queda nas vendas no segmento automobilístico.
Ao mesmo tempo que a empresa notou uma expansão na demanda por carros na China e na Índia entre outubro e dezembro de 2009, percebeu uma recuperação moderada no mercado americano, mas as vendas unitárias na América do Norte e Europa ainda estão abaixo daquelas de um ano antes, em parte por causa da força do iene ante o dólar.
Para os 12 meses até março de 2010, a previsão é de um lucro de 265 bilhões de ienes, melhor do que os 155 bilhões de ienes esperados antes para o mesmo intervalo. As receitas líquidas devem corresponder a 8,53 trilhões de ienes.
Do G1
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Honda apresenta compacto para mercados 'emergentes'
Olha aí. A Honda botando para quebrar! Enquanto outras marcas criam carros em miniatura com preços de carros gigantes, a marca japonesa, claro que de olho num mercado que ela ainda não domina, vai lançar um carro de baixo custo.
É um carro pequeno para gente lisa, sem dinheiro, pobre, ou seja, seria um ótimo carro para mim! O valor de venda do veículo na China (onde será lançado primeiro) ficará em torno de U$ 10 mil, mais barato que um Fiat Uno ou Gol, se fosse no Brasil.
Um protótipo foi lançado no Salão do Automóvel de Nova Délhi no dia 5 de janeiro. O que ainda não foi divulgado é o que carro terá ou não terá. Espero que pelo menos as luzes, bancos e cintos de segurança estejam incluídos neste preço. Veja fotos:
sábado, 7 de novembro de 2009
Ah, mas ainda vai ser meu...
Claro que não o quero para vaso, mas é eu tenho o sonho de comprar aquela carcaça e iniciar uma mega recuperação que pode levar uma vida, não importa, até porque é projeto para uma vida, mas que precisa ter início com aquele pedaço.
Já vi vários lugares com chassis de fusca à espera de uma "lataria", nem que seja de fibra. Mas é justamente aí que mora o problema. As oficinas que desmontam os fuscas se interessam em montar bugues, não pumas.
Daí o projeto que tenho em mente. Pretendo arrematar a cara do Puma quarentão, comprar um chassi inteiro e sem rachaduras e localizar um mecânico decente que queira entrar na brincadeira comigo sem que eu tenha que sustentá-lo pelo resto da vida.
Depois que estiver sobre rodas, levo para casa e passo a montar os demais "detalhes", como direção, poltronas e acabamento interno.
Atualmente só tem uma coisa que me impede de começar este projeto de restauração sensacional. É a falta de dinheiro. Tô liso.
Saiba mais sobre o Puma, que nasceu nas pistas
Por Fernando Calmon
Do Interpress Motor
Depois da Gurgel, a segunda mais importante fábrica brasileira de veículos de pequena série é a Puma. Na realidade, o carro não nasceu com esse nome. Surgiu de um desafio das pistas. Em Matão, interior de São Paulo, Rino Malzoni criou um carro esporte, com mecânica DKW-Vemag, para enfrentar as berlinetas Willys Interlagos e seu domínio em competições.
Em 1964, o GT Malzoni, exibido no Salão do Automóvel, impressionou por suas linhas ousadas e modernas. Um legítimo carro esporte nacional, de carroceria em plástico reforçado com fibra de vidro sobre chassi encurtado do DKW e mesmo motor de 981 cm³.
As unidades de rua começaram a ser fabricadas na capital paulista, em meados de 1966. Estima-se que se produziram apenas 35 unidades. No mesmo ano, surgiu no Salão do Automóvel o Puma GT, uma evolução ainda mais bonita, desenhada por Anísio Campos para a empresa Puma Veículos e Motores.


O Puma DKW (no alto) e o GT (acima), desenhado por Anisio Campos
Desse segundo modelo, acredita-se que 125 unidades deixaram as linhas de montagem. Ainda em 1966, a Volkswagen iniciou o processo de absorção da Vemag e o fim do DKW um ano depois levou o fabricante artesanal a trocar o chassi e a mecânica. Surgiu então, em 1968, o Puma GT 1500, mantendo o mesmo emblema com a cara do felino (hoje em vias de extinção).
O novo automóvel partilhava o chassi, também com menor distância entre eixos, do Fusca, além do motor VW arrefecido a ar de 1.500 cm³ e dois carburadores. Embora não fosse um projeto apoiado pelo grande fabricante alemão, que já comercializava o Karmann-Ghia e mais tarde (1972) lançaria os SP, a Puma não enfrentou dificuldades em adquirir componentes.
Graças ao GT 1500, a empresa cresceu em ritmo acelerado. As peças mais baratas permitiam vendê-lo por um preço apenas cerca de duas vezes maior que o acessível Fusca. Componentes de motor, câmbio, direção e suspensões podiam ser encontradas na rede VW do país.

O Puma GTB, de 1974, trouxe motor seis cilindros de Opala
O primeiro conversível foi lançado em 1971, acompanhando a atualização mecânica do Karmann-Ghia que já emprestava o motor de 1.600 cm³ desde o ano anterior. Antes mesmo, em 1970, a Puma ensaiava os primeiros passos no exterior ao participar numa feira em Sevilha, Espanha. O carro foi exportado para mais de 50 países, incluindo Europa e EUA.
Em 1974 a fábrica lançou o Puma GTB, com chassi próprio e motor do Opala seis cilindros, embalada pelo sucesso dos modelos de menor porte. Para eles, em plena era do milagre econômico brasileiro, havia fila de espera. No Salão do Automóvel daquele ano, a Puma apresentou um caminhão leve e o projeto de um minicarro como resposta à primeira crise do petróleo. Essa diversificação seria fatal para a empresa, mais adiante, quando lhe faltou fôlego financeiro.

Diversificação e crise do petróleo levaram ao fim da empresa
A segunda crise do petróleo (1979-80) diminuiu o interesse pelos esportivos e a sua reação foi redesenhar os Pumas pequenos. A empresa fechou as portas em 1985. Ainda houve uma tentativa de relançamento pela empresa Alfa Metais, de Curitiba (PR), em 1987.
Em 1992 chegou ao fim a produção dos carros esporte, e a do caminhão, em 1993. Estima-se que mais de 23 mil carros esporte foram vendidos, volume nem de perto atingido por outros pequenos fabricantes nacionais.
Do Interpress Motor
Depois da Gurgel, a segunda mais importante fábrica brasileira de veículos de pequena série é a Puma. Na realidade, o carro não nasceu com esse nome. Surgiu de um desafio das pistas. Em Matão, interior de São Paulo, Rino Malzoni criou um carro esporte, com mecânica DKW-Vemag, para enfrentar as berlinetas Willys Interlagos e seu domínio em competições.
Em 1964, o GT Malzoni, exibido no Salão do Automóvel, impressionou por suas linhas ousadas e modernas. Um legítimo carro esporte nacional, de carroceria em plástico reforçado com fibra de vidro sobre chassi encurtado do DKW e mesmo motor de 981 cm³.
As unidades de rua começaram a ser fabricadas na capital paulista, em meados de 1966. Estima-se que se produziram apenas 35 unidades. No mesmo ano, surgiu no Salão do Automóvel o Puma GT, uma evolução ainda mais bonita, desenhada por Anísio Campos para a empresa Puma Veículos e Motores.
O Puma DKW (no alto) e o GT (acima), desenhado por Anisio Campos
Desse segundo modelo, acredita-se que 125 unidades deixaram as linhas de montagem. Ainda em 1966, a Volkswagen iniciou o processo de absorção da Vemag e o fim do DKW um ano depois levou o fabricante artesanal a trocar o chassi e a mecânica. Surgiu então, em 1968, o Puma GT 1500, mantendo o mesmo emblema com a cara do felino (hoje em vias de extinção).
O novo automóvel partilhava o chassi, também com menor distância entre eixos, do Fusca, além do motor VW arrefecido a ar de 1.500 cm³ e dois carburadores. Embora não fosse um projeto apoiado pelo grande fabricante alemão, que já comercializava o Karmann-Ghia e mais tarde (1972) lançaria os SP, a Puma não enfrentou dificuldades em adquirir componentes.
Graças ao GT 1500, a empresa cresceu em ritmo acelerado. As peças mais baratas permitiam vendê-lo por um preço apenas cerca de duas vezes maior que o acessível Fusca. Componentes de motor, câmbio, direção e suspensões podiam ser encontradas na rede VW do país.
O Puma GTB, de 1974, trouxe motor seis cilindros de Opala
O primeiro conversível foi lançado em 1971, acompanhando a atualização mecânica do Karmann-Ghia que já emprestava o motor de 1.600 cm³ desde o ano anterior. Antes mesmo, em 1970, a Puma ensaiava os primeiros passos no exterior ao participar numa feira em Sevilha, Espanha. O carro foi exportado para mais de 50 países, incluindo Europa e EUA.
Em 1974 a fábrica lançou o Puma GTB, com chassi próprio e motor do Opala seis cilindros, embalada pelo sucesso dos modelos de menor porte. Para eles, em plena era do milagre econômico brasileiro, havia fila de espera. No Salão do Automóvel daquele ano, a Puma apresentou um caminhão leve e o projeto de um minicarro como resposta à primeira crise do petróleo. Essa diversificação seria fatal para a empresa, mais adiante, quando lhe faltou fôlego financeiro.
Diversificação e crise do petróleo levaram ao fim da empresa
A segunda crise do petróleo (1979-80) diminuiu o interesse pelos esportivos e a sua reação foi redesenhar os Pumas pequenos. A empresa fechou as portas em 1985. Ainda houve uma tentativa de relançamento pela empresa Alfa Metais, de Curitiba (PR), em 1987.
Em 1992 chegou ao fim a produção dos carros esporte, e a do caminhão, em 1993. Estima-se que mais de 23 mil carros esporte foram vendidos, volume nem de perto atingido por outros pequenos fabricantes nacionais.
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Mais por menos: Fiat 500
Eu Já falei do Mini Cooper aqui no blog. Agora venho falar da chegada do charmoso Fiat 500 ao Brasil.A página da fábrica na Internet já lançou um servicinho bem legal: você pode montar um "carros com a sua cara". Entre escolha de cores, frisos e outros acessórios os preços são a partir de R$ 64 mil e passa dos R$ 80 mil (!).
Eu fico sem entender. Os carros estão ficando menores e os preços mais altos. Tá, tudo bem, entendo que está acabando o espaço no mundo e nossa consciência pede que comecemos a economizar recursos. Mas peraí! A fábrica gasta menos "ferro" e eu pago mais!?! Nada disso.
Outra coisa que não entendi. Esperava que esta "500" fosse relacionado à potência do carro. Que ele fosse pequeno e fraquinho, mas que consumiria, também, pouquinho. Nada! Motor 1.4. Mesmo assim acho que a promoção está ao contrário. Logo logo vão anunciar: Pague dois e leve um!
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Fusca lidera ranking dos 'fora de linha' mais vendidos no país
De janeiro a julho já foram comercializados 107 mil unidades do carro. Escort, Monza, Chevette e Kadett têm boa aceitação no mercado. Veja vídeo e tabela abaixo.
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Volkswagen anuncia recall do Novo Gol, Fox e Voyage 1.0
A Volkswagen anunciou nesta segunda-feira (17) o recall dos modelos Novo Gol, Fox e Voyage, anos 2009 e 2010, equipados com motor 1.0. A montadora convoca os proprietários com número de chassis inserido no intervalo abaixo para comparecer a uma concessionária da marca para a atualização do programa de gerenciamento do sistema auxiliar de partida a frio.
Confira ano e chassis dos veículos envolvidos
Novo Gol 1.0 e Voyage 1.0 2009 e 2010: 9P 000001 a AP 004729 e 9T 000001 a AT 009 587
Fox 1.0 2009 e 2010: 94 000001 a A4 039918
De acordo com comunicado emitido pela Volkswagen, foi constatado que em condições de baixa temperatura podem surgir dificuldades na hora de colocar o motor em funcionamento, obrigando o usuário a repetidas tentativas. Esta condição pode gerar perda de sincronismo da queima da mistura de ar/combustível, causando a ruptura do coletor de emissão e, eventualmente, risco de incêndio.
A Volkswagen informa que vai notificar por carta os proprietários dos veículos envolvidos no recall. Dúvidas podem ser esclarecidas pelo telefone 0800 703 3773 ou pelo site da empresa.
Do G1
Confira ano e chassis dos veículos envolvidos
Novo Gol 1.0 e Voyage 1.0 2009 e 2010: 9P 000001 a AP 004729 e 9T 000001 a AT 009 587
Fox 1.0 2009 e 2010: 94 000001 a A4 039918
De acordo com comunicado emitido pela Volkswagen, foi constatado que em condições de baixa temperatura podem surgir dificuldades na hora de colocar o motor em funcionamento, obrigando o usuário a repetidas tentativas. Esta condição pode gerar perda de sincronismo da queima da mistura de ar/combustível, causando a ruptura do coletor de emissão e, eventualmente, risco de incêndio.
A Volkswagen informa que vai notificar por carta os proprietários dos veículos envolvidos no recall. Dúvidas podem ser esclarecidas pelo telefone 0800 703 3773 ou pelo site da empresa.
Do G1
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Conselho da Volkswagen aprova acordo de fusão com a Porsche
A Porsche AG será vendida à VW e se transformará na décima marca da principal montadora automobilística da Europa. O atual executivo-chefe da Volkswagen, Martin Winterkorn, será o presidente da nova empresa integrada e o da Porsche Automobil Holding SE. Winterkorn disse há alguns dias que o novo consórcio poderia se chamar Auto Union.
Com a criação de um consórcio automobilístico integrado, que produza veículos pequenos, de alto luxo, esportivos e caminhões, se cumpre o sonho do presidente do conselho de administração da VW, Ferdinand Piëch, também proprietário da Porsche.
A Volkswagen é a maior fabricante automobilística da Europa com nove marcas, entre elas Audi, Skoda e Seat, 370 mil funcionários. A Porsche só tem uma marca e 12.202 funcionários.
Do G1
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