quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Honda faz recall da versão flex do Fit e do New Civic

A Honda Automóveis do Brasil anunciou, nesta quarta-feira (20), o recall dos modelos New Civic Flex e Honda Fit Flex ano/modelo 2008 (veja as séries de chassis) para substituição gratuita do filtro de combustível. Segundo a empresa, os proprietários dos veículos deverão comparecer a qualquer concessionária autorizada da marca a partir desta quinta-feira (21).

Ao todo 8.826 unidades somando-se os dois modelos deverão atender ao recall. De acordo com a nota divulgada pela Honda, algumas unidades podem apresentar vazamento e, em casos extremos, ocasionar a parada do motor, existindo eventual risco de acidente.

A Honda recomenda o agendamento prévio da substituição na concessionária de preferência do cliente. Mais informações, como endereços e telefones, podem ser obtidas pelo 0800-701-3432 ou no site www.honda.com.br.

Confira as séries dos chassis

New Civic Flex - ano/modelo: 2008
Chassis: 93HFA66308Z218896 a 93HFA66808Z225445

Honda Fit Flex - ano/modelo: 2008
Chassis: 93HGE57608Z205611 a 93HGE57608Z207890

Notícia original do G1

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Carro elétrico de dois lugares é lançado no Salão de Londres



O carro elétrico e dois lugares MyCar, produzido pela Nice e com projeto do famoso designer italiano Giorgetto Giugiaro, da Italdesign, fará a estréia mundial nesta semana durante o Salão do Automóvel de Londres (de 23 de julho a 3 de agosto). Fabricado em Hong Kong, o veículo deverá custar US$ 18 mil. O MyCar atinge a velocidade máxima de 64 km/h e tem autonomia de seis a oito horas. (Foto: Divulgação)

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Veja os 10 carros mais vendidos do primeiro semestre de 2008

As vendas de automóveis e comerciais leves passaram de 1.028.043 unidades no primeiro semestre do ano passado para 1.338.078 unidades no acumulado do mesmo período deste ano, uma alta de 30,16%. O desempenho de maio para junho também foi positivo. Foram comercializadas 242.880 unidades em junho, contra 229.961 unidades em maio, um crescimento de 5,62%.

A Fiat continua sendo a marca mais vendida do Brasil, com uma participação de 25,1% no semestre e 26,38% no mês de junho. A segunda posição do ranking de participação do semestre fica bem acirrada entre VW (21,68%) e GM (21,48%). Para ter uma idéia, a Chevrolet chegou a emplacar mais modelos que a alemã durante o mês de junho. Isso pode ser justificado pela expectativa da chegada do novo Gol.

Ainda no acumulado do semestre, a Ford se mantém isolada na terceira colocação, com 9,44% de participação, e a Renault (4,38%) começa a se distanciar da Honda (4,15%). Veja abaixo os dez mais bem classificados do primeiro semestre:

1º - VW Gol - O automóvel é mesmo um líder de vendas. Só no mês de junho foram vendidas 24.473 unidades, cerca de 3 mil a mais que no mês anterior. No acumulado, o automóvel da Volkswagen marca 138.878 veículos emplacados. A tendência é que, com o modelo novo, a diferença para o segundo colocado aumente.

2º - Fiat Palio - Dizer eterno vice-líder seria uma indelicadeza, porém o Palio está se tornando um. Nada feio, afinal, o carro quase quebrou a hegemonia de mercado do Gol no mês de maio, ficando apenas 2 mil unidades atrás do líder. Mas, com a chegada do novo Gol, a diferença já subiu para 4 mil unidades. O carro da Fiat registra 110.857 unidades no semestre e 20.281 no mês de junho.

3º - Chevrolet Celta - A GM acertou na produção deste modelo compacto. Seria injustiça dizer que o projeto não vingou. O Celta vendeu 12.201 unidades em junho e 11.776 em maio. No semestre foram 72.302 unidades comercializadas. O degrau perante os líderes é grande, mas o automóvel vem fazendo história.


4º - Chevrolet Classic - Aquele velho ditado de que uma mão lava a outra poderia ser usado nesta situação, em que este modelo quase ultrapassa as vendas do Celta. Mas, se não fosse este antiquado sedã compacto, a GM poderia estar bem pior na participação do mercado interno. O sedã vendeu 13.036 em junho, 10.595 em maio, e registra 69.165 unidades no acumulado.

5º - Fiat Mille - O carro mais barato fabricado no Brasil também é um dos mais defasados tecnologicamente. Mesmo assim, o Mille se mantém como um dos mais vendidos do Brasil, com cerca de 10 mil unidades ao mês. No acumulado, o carro marca 67.919 emplacamentos.

6º - VW Fox - O compacto da marca vendeu 10.600 unidades em maio e 9.480 em junho. A queda talvez se justifique pela chegada do novo Gol, que irá concorrer indiretamente com o irmão mais velho. O Fox emplacou 60.763 unidades no primeiro semestre deste ano.


7º - Fiat Siena - Longe de arrancar a posição do Classic, o sedã italiano vem conquistando compradores mês a mês. A reestilização, depois de várias tentativas, desta vez pegou. O carro está mais moderno e bonito que os modelos anteriores e que o seu concorrente direto. São 50.650 unidades emplacadas em 2008.

8º - Honda Civic - Ele é a galinha dos ovos de ouro da marca japonesa. No acumulado de 2008, o sedã marca 31.226 unidades. Em maio, foram vendidas 5.305 unidades e em junho, 5.409. Entre os sedãs médios, ele é o líder. Entre os colocados à frente dele nesta lista, o Civic é o único que não tem versão popular. O carro merece, afinal, resiste bravamente em um mercado soterrado de modelos velhos e de valores elevados.


9º - Ford Ka - Novo, mas nem tanto, este compacto vem ganhando as ruas brasileiras. De um projeto elaborado sob pressão sindical, o carro se revigorou e faz frente aos modelos mais baratos do mercado: 29.568 unidades no primeiro semestre e 6.712 no mês de junho.

10º - Ford Fiesta - O Ka não arrancou consumidores que estavam de olho neste carro. O hatch da marca americana vendeu 28.588 unidades até a metade de 2008 e mantém a média de 6,5 mil carros ao mês.

quarta-feira, 25 de junho de 2008

Pedindo licença - Novo Gol será lançado domingo


A Volkswagen liberou nesta quarta-feira (25) a primeira foto oficial do Novo Gol, lançamento mais aguardado dos últimos anos. O modelo, que assumiu a liderança do mercado brasileiro em 1987 e já vendeu mais de 5,15 milhões de unidades, passa pela primeira grande reformulação desde 1994. (texto do G1)









sexta-feira, 13 de junho de 2008

Adoro mas tenho medo


 O Civic é um carrão. Dirigir um desses é uma sensação muito boa. Uma mistura de carro de corridas e carro de luxo. Climatizado, a temperatura e o som te levam para um mundo a parte. Quem está comigo sempre reclama quando coloco a trilha sonora do James Bond.

Na estrada ou nas ruas da cidade, toda vez que preciso de mais potência nem preciso diminuir marchas, basta apertar o acelerador e o carro, 1.6 16v, responde na hora. Tenho até pena dos carros 1.0 que sofrem para ultrapassar e subir ladeiras.

E isso porque eu dirijo um Honda 2000, nem estou falando do New Civic. Até já guiei um destes novos, uma espaçonave diga-se de passagem, mas sou muito feliz com o meu “primeiro modelo fabricado totalmente no Brasil”.

Agora, só uma coisa me assusta. A quilometragem dele. Já passou dos 100 mil km rodados e logo logo terei que mudar um monte de peças numa mega revisão. Os custos envolvidos numa ação como esta são altos e mais uma vez eu fico com saudades do meu antigo Gol.



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#hondacivic #MauricioMelo #jornalismoalternativo #nónagarganta
honda civic Mauricio Melo jornalismo alternativo nó na garganta

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Injeção Eletrônica

Ainda faço um curso de injeção eletrônica para automóveis. É uma arte. É como computadorizar a aceleração, a entrada de ar, de combustível, tudo na medida certa e de forma a fazer com que o carro ande sem desperdiçar gasolina, mas sem deixar faltar alimento para o motor.

Isso tudo só para dizer que o meu carro, um Civic 2000, que eu deixei com faróis ligado e (claro!) esgotei a bateria, pegou no tranco e eu fui feliz para casa. Ah, tu não entendeu nada, né? Eu explico.

É que certa vez meu Gol 2004 teve uma pane elétrica e não pegava. Resolvi empurrar para fazê-lo pegar no tranco. Arrumei uns 10 camaradas na rua mesmo, botei eles para empurrar o carro, passei uma segunda e... nada.

Foram uns três quarteirões e o carro não pegava. Uns gritavam "acelera mais!", outros diziam, "tem que tirar o pé da embreagem". E assim, a cada solavanco que o carro dava eu perdia uns dois ajudantes. Claro que eu sei fazer um carro pegar no tranco.

Mas, depois, só depois é que eu soube que carros com um tipo de injeção eletrônica e aceleração sem cabo e tal não pegam no tranco. Não pegam e ponto. Acabei tendo que fazer uma "chupeta".

Voltando para o início da conversa, descobri que o Honda Civic, pelo menos o LX 2000, pega, sim, no tranco. Que beleza. Ah, os bons carros de antigamente. Daqui uns anos, o cabra vai precisar plugar um dispositivo USB e, na tela de um computador, vai conferir, checar e concertar todos os possíveis problemas que um carro possa apresentar.

P.S. No último post eu ainda contava os problemas que o carro tinha dado e que ele morria e ninguém sabia o que danado acontecia. Pois bem. Era a injeção eletrônica. Agora o carro está filé!

sábado, 15 de março de 2008

E o problema não era na bomba...

Dois dias depois de arrumar a bomba de combustível, o carro dá pau novamente. O carro engasgava, reclamava, gritava e morria. Sem força para andar sequer um quarteirão, lá fui eu com o carro dando partida e morrendo para a oficina.

Cheguei. O mecânico, aquele que havia dito que tinha 90% de chance de ser a bomba, abriu o capô, olhou com um olho fechado e outro aberto com quem procura ângulo, depois com os dois olhos bem abertos, desta vez como quem está espantado ou descobriu alguma coisa. Descobriu.

Catucou um parafuso, pediu para dar a partida e acelerar. Voou um jato de gasolina pro lado dele que gritou: Pára!

Arrumou o que havia feito e pediu para ficar com o carro até o outro dia. Levaria o carro para um amigo que mexe com injeção eletrônica.

No outro dia fui buscar e me foi dito que agora estava tudo regulado e funcionando bem. Mas, e tem sempre um ‘mas’, “se der algum problema você me liga a qualquer hora que eu vou resolver”, me disse o mecânico patoense.

“Ah”, disse ele ratificando, “menos à meia noite que eu posso estar fazendo sexo”. Achei muito triste ter hora marcada para fazer sexo, mas aceitei a condição dele.

quarta-feira, 5 de março de 2008

Civic no prego: engasgou e morreu

E veio a segunda oficina. Para um carro que “nunca quebra” até que o meu tem me deixado bastante na rua. Ontem, indo para o trabalho, meu carro engasgou, reclamou e apagou. No meio da rua.

Deixei ele descansar um pouco, esfriar. Liguei novamente, estava em ordem. Segui. Mas menos de um quarteirão depois ele parou de novo. Dei a partida e ele pegou, segui. Desta vez, morreu logo. O carro engasgava, sacudia e morria.

Comecei então a fazer o caminho da oficina. Liguei para o mecânico que disse que logo estaria lá. Liguei o motor e o carro andou. Somente o suficiente para chegar a um poste de combustível. Lá, o frentista deu uma olhada e não soube dizer qual o problema.

Deixei o carro esfriar e nisso já tinha perdido boa parte do dia de trabalho. Falei com o mecânico uma segunda vez e ele me disse que tentasse chegar, mesmo com o carro morrendo, à oficina.

E lá fui eu. Ligava, sacudia, perdia força e morria. Acho que fiz esta rotina pelo menos umas dez vezes do posto até a oficina. Mas cheguei. O mecânico ainda não. “Estou numa loja de carros, chego já”, me disse por telefone.

Levou cerca de 40 minutos até ele aparecer e, nesta hora, fui mostrar o problema que, claro, não apareceu. Eu achei que esse tipo de coisa só acontecesse com computadores e técnicos de informática. Mas lá estava o carro funcionando que era uma beleza.

Desafiei então o mecânico a dar uma volta no quarteirão com o carro que há pouco não andava nem 50 metros sem morrer. Fiz o quarteirão, uma, duas e até três vezes e o carro não morreu.

Mesmo assim o mecânico me disse que se fosse como eu estava dizendo só poderia ser uma coisa: a bomba de combustível. Meu Deus, pensei, lá vou eu ficar sem o carro mais uma semana. Mas Deca, o mecânico patoense, disse que seria rápido. E sugeriu: “vá para o trabalho e depois você pega o carro”.

Eu já conheço esta história e assim que o dono deixa a oficina o seu carro passa a ser o último da fila e a menor das prioridades. Eu prefiro esperar aqui, respondi já me acomodando no carro.

Trocando em miúdos para não prolongar o texto tanto quanto foi a minha espera, depois de autorizada a compra da peça, que custou R$ 150, a troca começou. A tal bomba fica em baixo do banco traseiro. Só para os camaradas conseguirem tirar o banco demorou uns 20 minutos!

Quando eram cerca de 17h30, o serviço terminou e eu fui liberado. A troca da bomba em si demorou uns 40 segundos, mas eu perdi uma tarde inteira no processo e ainda ganhei um perfume de gasolina no estofamento que certamente ainda ficará lá por mais alguns dias.

Só para saber, perguntei ainda para Deca o que eu precisaria trocar nos próximos meses, já que meu carro está com 98 mil km rodados. Ele previu que será necessário trocar correias e rolamentos do motor. Não ousei perguntar o preço.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

E o consumo até que é baixo....

Finalmente consegui fazer uma medida séria no consumo de gasolina do meu carro. O gasto do meu civic 1.6, 16v, é de quase 12 km com um litro desta nossa gasolina batizada e hidratada que é vendida no Brasil.

Vendo em números não me pareceu exagerado o consumo. Claro que tomo medidas para não haver desperdício como pneus sempre em calibrados e o uso racionado do ar-condicionado. Outra boa dica para economizar achei numa matéria da 4 Rodas. Segundo a revista, os carros têm uma velocidade máxima antes de começar a forçar o motor.

Assim, carros 1.0 começam a forçar o seu motor aos 60 km/h, carros 1.6 aos 70km/h. Ao passar este 'limite de velocidade', o carro passa a consumir progressivamente mais. Logo, eu procuro não forçar as marchas nem passar dos 70 km/h. Claro que diversas vezes eu faço uso do motor para arrancar ou ultrapassar, mas não deixo que isso se torne a regra.

Fico imaginando se a inclusão e uso de Gás veicular (GNV) faria grande diferença no fim do mês, mas, como o preço médio do kit dividido alto, usando a economia que eu teria comprando gasolina para pagar o kit levaria muito tempo para começar a economizar. Isso porque eu rodo no máximo 500 km por mês.

Um vídeo achado na Internet dá dicas que eu já uso como a clibragem de pneus, troca de filtros de ar e óleo, a redução de peso com a retirada do que não precisa ficar no carro como malas e outras coisas que acabamos juntando dentro do carro. Mas o vídeo sugere mais. Ele dá a idéia de substituir o estepe por um daqueles sprays que vedam e enchem um pneu furado.

Além disso, o vídeo traz uma 'fórmula milagrosa' para reduzir o consumo do carro: a inclusão de acetona no tanque. Claro que eu não testei. Sei lá como é a gasolina do país onde este vídeo foi feito. Aliás, sei lá quem fez esse vídeo! Mas fiquei curioso e vou perguntar para um químico a respeito.

De qualquer forma segue o vídeo (em inglês) abaixo para quem ficou curioso. Mas se liga, não estou recomendando nada, hein?!


Double Your Gas Mileage! 2X - Funny home videos are a click away

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Por que um Civic?

Me peguei conversando sobre carros esta semana e um amigo me perguntou: Como é que você troca um Gol 2004 por um carro mais velho?!?

Realmente a pergunta faz pensar, ainda mais a mim, que sempre fui (e ainda sou) fã do bom e velho Volkswagen Gol. Normalmente o que se diz é que marca boa é a do carro zero quilômetro.

Um dos amigos na conversa até disse: Ele trocou sem pensar.

Mas, aí eu revi alguns calculos mentalmente que já havia feito antes da troca e cheguei à mesma conclusão. A troca foi boa. E lógica.

Sem dinheiro para comprar um carro zero. E querendo, desejando até, ter um carro com um pouco mais de conforto, não havia saída diferente da de trocar o meu por um carro mais antigo e com os itens de luxo que eu procurava.

Adoro o Gol, mas queria direção hidráulica, queria ar-condicionado, queria air-bags. Claro, existem gols com tudo isso, mas são mais caros que o Civic. Se optasse por Gol com estes opcionais eu teria que gastar mais ou pegar um carro ainda mais antigo.

Se o carro fosse um Chevrolet, Fiat, Renault, ou Ford, preço seria mais baixo, mas em compensação não teria a qualidade Honda pelo preço dele.

Carros de luxo como o Civic perdem valor de mercado muito depressa nos primeiros cinco anos, os nacionais não. Portanto, é mais barato comprar um bom Civic usado do que um Astra, por exemplo.

Trocando em miúdos, eu troquei o meu carro por um mais antigo sim, mas a idade dele foi o preço que eu paguei para ter mais conforto, uma vez que eu não tinha outra moeda para negociar.

Até agora está valendo a pena. Se eu tivesse grana, certamente eu teria um Gol 1.6 com todos os itens de luxo possíveis e isso seria mais barato do que quer um New Civic. Mas, a preço de hoje, eu tenho o melhor carro que eu poderia ter.

Dica do Diário: Se você vai comprar um novo, compra um Gol. Se vai comprar um com 5 ou 6 anos (claro que há usados e usados), aposta num Civic.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

Oficina

É, no primeiro mês. Logo no primeiro mês o carro parou. Simplesmente apagou no meio da rua. Eu logo lembrei daquilo que eu ouvi mil vezes antes de comprar um Civic: “Ele não quebra nunca”, disseram.

Estava chegando no trabalho quando fui estacionar e nem percebi quando o carro estancou. Tentei ligar e não consegui. A ignição funcionava, havia combustível, mas o carro não pegava.

Fui até a oficina do camarada que me vendeu o carro e, já tinha agendado uma visita com ele para trocar uma junta do motor que estava vazando óleo, trouxe o mecânico até onde o carro estava. Lá, ele mexeu, cutucou, fez careta e teve que chamar o reboque.

Deca, o mecânico, me disse depois do terceiro dia que o rotor do distribuidor tinha “pifado”. Perguntei porque motivo e ele disse que “as coisas pifam”. Mas ele garantiu que iria dar um jeito. Aí eu fiquei com medo!

Exigi então que Deca não desse jeito nenhum. Eu pedi que todas as peças ‘pifadas’ ou prestes a pifar fossem trocadas por outra novas e originais, sem jeitinhos. É claro que eu tinha uma carta na manga e era a garantia do vendedor.

Somente cinco dias depois o serviço ficou pronto. Deca ainda me advertiu para que eu não estranhasse a baixa na gasolina, pois ele havia rodado um bocado para “testar” o carro. Eu não tinha o que fazer. Passei a conta para a loja que me vendeu o carro e deu tudo certo.

Problema resolvido. Carro em ordem. Custo zero.

Dicas:
1- Se for comprar carro usado, deixe tudo bem claro com a loja que vai te vender, como se há garantia, o que a garantia cobre e como fazer para oficializar isso em papel.
2 - Tente levar o carro para o SEU mecânico.
3 – Marque a quilometragem só para poder ter o controle.
4 – Caso o carro passe mais que um dia na oficina, quando recebê-lo de volta faça uma pesquisa na página do Detran para saber se há multas recentes.

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

Seguro barato?!?

Depois de desmascarar o quesito consumo (último post), acabei de descobrir que, diferente do que se diz, o seguro de um Honda Civic usado não é o mesmo que o de um carro popular! Na verdade é o dobro.

Mas, outra vez, venceu a lógica. Como as seguradoras poderiam cobrar por um carro cheio de itens de conforto e segurança, mesmo que usado, o mesmo que cobraria de um dono de carro popular básico?

Mesmo desvalorizando muito rápido e não tendo a mesma quantidade de roubos registrados que um Gol, da Volkswagen, o Honda Civic continua sendo um carro de luxo. Portanto, é sim mais caro.

No meu caso específico, fiz o endosso do seguro que já guardava o meu Gol. Tive que pagar a diferença, equivalente a quase o mesmo que paguei pelo seguro completo do carro antigo.

P.S. Ah, o carro deu problema. Espero que único.